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Desde 17 de Agosto 2012

domingo, 30 de setembro de 2012

Recolher livros perdidos, ser achada na sabedoria do infinito....

 
 
Maria Batista
Árvore da sabedoria.../Tuas folhas,/livros!




Dulce Morais
Uma a uma/Varridas pelo vento/Palavras soam




 
Voar Na Poesia
Vem o Outono/Maduro de verão cai/Ensinamento
 

Claudia Salles
Livros deveriam nascer em árvores, como frutos, para alimentar a alma.
 

Enide Santos
Sementes do aprender, varridas e protegidas a sombra do saber.
 

Vitor Moreira
Sabor utópico/
ponto final Colorido!Interrogações sabias
 

Ira Rodrigues
Quem dera uma árvore de livros para me deliciar com seus frutos...


Biblio Filo
Folha a folha/o livro acontece/Dia a dia a vida

Bibliothèque Du Valais
Un livre terminé. Fin d'une vie. Les nouvelles feuilles nouveau livre.

Livroscom
Asas Eram folhas!uniram-se ficaram livros./Biblioteca.




Rua Das Flores
Lágrimas, folhas/dias, páginas, vida/Livro completo.

Sonhar Poesia
Dias que passam/
num livro lido.//Outono chegou.



Catarina Ribeiro Ribeiro
Como as folhas caiem no Outono e mais tarde ou mais cedo são varridas para o lixo, assim anda a  nossa cultura!



Enquanto Poesia
Livros caídos/quais folhas d'Outono/Armagedon.



Dilma de Caboclo
A cultura abrilhanta o coração, alegra a alma e engrandece o espirito. Deixe-a florir como flores e frutos em sua vida.



Poesia E Arte
Ensinamentos/novos ensinamentos./Renovação.

Alana Maria Pereira Vaz
frutos do saber

Amanda Bueno
 C
onhecimento!

Isabel Lucas Simões
Em cada folha que cai há uma sabedoria!



Manuela Felix
Pensamentos que ficam e que se vão..



Regina Coele
(Uma vez eu vi, em Paraty, algumas árvores cheias de livros... encantei-me, abaixo dela jovens, crianças e adultos sentados, lendo, uma cena belíssima.) E o q vejo são:
Arvores livros, livros esparramados pela relva procurando o leitor ...




Lilian Reis
Floresta de livros, santuário de conhecimento, paraíso imaginário



Silvia Bresciani
"hojas escritas/ habitan en el alma/y dan la vida"



Margarida Costa At Cial
Estes são os frutos que saciam a minha imaginação!



Nos Teus Olhos
sabedoria cresce, floresce ao nosso olhar...

Renata Antunes
O livro varre a ignorância e faz brotar e florescer um mundo de possibilidades...



Verónica Auza Aramayo
Letras-bosque



Maria Melo
Natureza sábia.



Pinto Helena
cada pétala um livro que desfolhei nos meus outonos !!




Mariana Tomás
Livros: sementes de sabedoria que nunca acaba e sempre se renova!!!




Ró Mar
"Árvore"
Alimento-me dos teus frutos...Bendita que me saceias em nacos de papel, onde devoro palavras 



Sandra Sila Abreu
Recolher livros perdidos, ser achada na sabedoria do infinito....

Suraia Machado
O saber da leitura para nos renovar!!!!!!!!!!!!!!!


























Raquel de Mello
Sou obra em rascunho, me reescrevo toda manhã.



Como habitualmente um espaço fica para o que se poderia ter dito e não disse....
....se calhar não era necessário, ou seria?

Aliás....o espaço em vez de ficar em branco fica em preto!

















 
 
 

 
 













 

sábado, 29 de setembro de 2012

MELODIA DO SILÊNCIO

 
Por hora...
Tudo em total desalinho
nu é o tempo, sempre lento
Sem alegria, sem rebento
Solitário e mudo...
Nada muda lá fora
tudo inerte agora
Nenhuma jura em tom maior
nenhuma resposta a favor
Nenhuma nota de amor...
fica vazia a partitura
Desbota a pintura;
Da casa caiada,quase sem cor
E o que é pior...
Que essa cena parada
É essa alma desencantada
Que ainda crê que tudo um dia...
terá seus bemóis e sustenidos
Na melodia da vida,em sua doce poesia
Na canção do eterno amor
Na demência da entrega e procura
Na escrita da nossa eterna partitura.

*** Claudia Salles.S.M.S















 



"OUTONO"


Um Ciclo de Vida
Rebenta...no cair da Folha
Desliza no Vento
O Tempo...
Que se sucede
Ao Estio
E antecede
O Inverno.
Digamos que Seja
O renovar
Em tons
D'amarelado,
Que o Vento
Frio
Varre no despir
Das Árvores.
Vestem-se
Os Campos de mui
Folhagens,
Roupagens
D'Outono
Chegado.
Sente-se...
O arrepio,
No borbulhar
Das Nuvens.
O Sol
Se esconde no mistério,
E os Dias encolhem.
Encolhem...
E desdobram-se...
Em sons
De pequenas gotículas.
São os vasos da prolífera
Estação,
Que pedem consolo...
Na Castanha assada
Estaladiça
Recortam-se
Doces Sorrisos,
Que se deleitam
Em Água-pé.
Fogueiras no Lamiré,
Breve
Calor.
É urgente acalentar
O Coração,
Dos tons
Térreos, Inferno
Que se avizinha.
Saboreai o Rebuçado
Na diplomacia,
Degustando
Todas as particulas,
Para que o Outono
Seja...
prolongado.
E, Vivamos
Em Harmonia
Para desfrutar
O sabor
Do Cálice da Vida.
É Outono
Em sua Vinda,
De mui
Ventos.
Sejamos...
Primavera
Na sua chegada
Para o Viver
Em Pleno.
Cultivai os bons
Momentos,
Para as Horas
Mais amargas.
Um pouco por todo
O terreno
Cheira a mudança,
Noviça
Que germina
Camélias de mui
Cores.
Breve
Na linha
Das árvores
Se escreverá
Folha.
E a aguarela
Crescerá
No pergaminho
Do Outono.
Que Seja...
Divino, banhos
De Esperança,
O renovar
Do Caminho
Que nos traz mui
Dissabores,
Mas também
Grandes Amores.
Propício cantinho
A namorados,
Esconderijo de mui
Segredos.
Trocam-se
Beijos
Em pau de canela,
A mistura no café tão
Desejado.
Sejamos...
Brisa de Outono,
Vivamos...
Felizes no Presente,
Recolhendo
As Folhas
Em toda a sua extensão,
Para que possamos
Dizer no Futuro
Que o Inverno
Não esfria.
Bem-Vindo...
Pois Somos
Gente de bem,
Mui mérito,
Vistas largas.
Colheremos
Os Desejos
Na Romã cobiçada.
Agradeçamos
O revestir do Coração
P'las Folhas d'ouro,
Parras frutíferas,
Fortalezas
Que jamais derrubarão
Quem acredita na Natureza.
E nunca será gelo,
Nada nos consumirá,
Nem as chuvas agrestes,
O Outono
Nos ensinou,
Com a sua destreza,
A voar.
Entre o que És
E o que vestes
Brilha o Sol
Da Tua Existência,
Teu Tesouro.
Sejamos...
Primavera
Na Essência,
Para receber
De Braços abertos
A Nova Estação.
A que nos dará a rotação
Que ambicionamos
Para calejar
O Corpo
E descontrair
Os tecidos
Em vasos de tons
Ocres,
Muralha de cinco Sentidos.
Fogueira à vista,
Tudo o mais não importa,
Breve
Se derrete
Nas labaredas,
E o que resta é o calor
D'Alma,
Em ditongos d'Amor.
Reina neste Império
A suavidade que verte
Na Fonte
Do Pensamento,
Um Breve
Vento.
E Tudo o que És
Será Fruto
Do Passado,
Vida no Presente,
E despedida
No Futuro.
E no Outono
Da Vida
Revestirás
A Alma
De Juventude
Para cobrir
Os galhos
Já grisalhos
De Cores
D'Esperança
E Amor.


22-09-2012



Imagem no topo- "Outono"- Pintura de José Malhoa

Outono é um quadro do pintor português José Malhoa, pintado na Quinta da Fontinha, Figueiró dos Vinhos, pelo Outono de 1917, assinado e datado no início de 1918. Pintura a óleo sobre madeira.
O quadro está no Museu do Chiado de Lisboa.



RÓ MAR

OUTROS TEMPOS



Sinto saudade da minha infância
dos passeios de canoa pela maré
admirando o manguezal.
saudade de ver os pescadores puxarem suas redes
trazendo seu sustento

Sinto saudade das brincadeiras de criança
na porta de casa, onde corríamos sem medo
nos escondíamos brincando

Hoje em dia
tudo é diferente
o medo tomou conta da gente
nos escondemos do perigo
vivemos presos na grande cidade
andamos atentos, apreensivos
olhando pro lado, pra frente e para trás
seguimos em passos apressados demais.


Neidinha Borges

NOITE SEM FIM - Luly Diniz



Sonhos voam entre as estrelas ao léu,
A lua se esconde medrosa.
Range os dentes da melancolia.
Aperta a fome do amor perdido...
Olhos sedentos tateiam no breu.
A escuridão esconde um segredo...
...O amor se perdeu... A paixão se foi.
No irreal sonho de amor à noite segue indiferente,
A Alma gela,
A flor definha,
A brisa não passa...
A madrugada se aproxima...
Entre uma vírgula e um ponto cai uma lágrima
Borra o papel rabiscado do bilhete inacabado.


25/09/12
 
 
 
 
 
Luly Diniz