Marah Mends
FERVEÇÃO É DOR DO CÃO.
A cento e vinte por hora,
as rodas sobem... descem
e chacoalham os corpos endoidecidos pela fumaça da juventude...
... no alucinante ritmo da estrada.
Faísca... risca o asfalto,
“tisca petisca prega fogo’,
e ó o poste...
... uh, um leve encoste, teve sorte!
Abram alas aos ícones da rebeldia,
entrando sem pedir licença
aumentando a impessoalidade fria, para...
... cento e trinta, cento e quarenta... descontrole e contra mão.
“Frea! Frea!” Colisão!
Capotou uma... capotou duas,
três piruetas lá no espaço,
antes dos crânios colidirem num ir e vir...
... por todos os lados da máquina que voa, voa... voou!
Apenas um sobrou... por um instante,
contou o conto,
depois bebeu da “água molhada de secura”...
e reabriu os olhos... na terra do nunca mais!
**
Texto de Marah Mends
Blog: http:// poesiaedahoramano.blogspot.com. br/
Page: Poesia é da hora, mano!
M.M
... no alucinante ritmo da estrada.
Faísca... risca o asfalto,
“tisca petisca prega fogo’,
e ó o poste...
... uh, um leve encoste, teve sorte!
Abram alas aos ícones da rebeldia,
entrando sem pedir licença
aumentando a impessoalidade fria, para...
... cento e trinta, cento e quarenta... descontrole e contra mão.
“Frea! Frea!” Colisão!
Capotou uma... capotou duas,
três piruetas lá no espaço,
antes dos crânios colidirem num ir e vir...
... por todos os lados da máquina que voa, voa... voou!
Apenas um sobrou... por um instante,
contou o conto,
depois bebeu da “água molhada de secura”...
e reabriu os olhos... na terra do nunca mais!
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Texto de Marah Mends
Blog: http://
Page: Poesia é da hora, mano!
M.M


Que chiiiiique!!! Meus sinceros agradecimento ao Voar na poesia!!
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