"POETAR" 2/2013
19.01

19.01
Francis Raposo Ferreira
Deixem governar o Poeta
Fora o ministro um poeta,
Seriam as leis, um soneto,
Da pura lavra de sua caneta,
Sairia “Cumpro, não prometo”.
Com um Poeta a governar,
A vida noutras linhas correria
Ele nos ensinaria a sonhar,
Governando-nos com Poesia.
Burlas, favores e corrupções,
Não teriam qualquer valor,
Nas suas poéticas composições.
Lealdade; sonhos; Liberdade;
Trabalho; Paz e muito amor,
As linhas do governo da amizade.
Francis Raposo Ferreira
Deixem governar o Poeta
Fora o ministro um poeta,
Seriam as leis, um soneto,
Da pura lavra de sua caneta,
Sairia “Cumpro, não prometo”.
Com um Poeta a governar,
A vida noutras linhas correria
Ele nos ensinaria a sonhar,
Governando-nos com Poesia.
Burlas, favores e corrupções,
Não teriam qualquer valor,
Nas suas poéticas composições.
Lealdade; sonhos; Liberdade;
Trabalho; Paz e muito amor,
As linhas do governo da amizade.
Francis Raposo Ferreira
Fora o ministro um poeta,
Seriam as leis, um soneto,
Da pura lavra de sua caneta,
Sairia “Cumpro, não prometo”.
Com um Poeta a governar,
A vida noutras linhas correria
Ele nos ensinaria a sonhar,
Governando-nos com Poesia.
Burlas, favores e corrupções,
Não teriam qualquer valor,
Nas suas poéticas composições.
Lealdade; sonhos; Liberdade;
Trabalho; Paz e muito amor,
As linhas do governo da amizade.
Francis Raposo Ferreira
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