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terça-feira, 22 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Alguém - Lúcia Polonio
SEGUNDO LUGAR
"FORMATAR" 6/2013
17.02
17.02
Alguém
Se algum dia pensares em mim,
pense em alguém que luta,
que sonha, que espera...
Pense em alguém que tem
cicatrizes profundas na alma
Cicatrizes que continuam vivas
apesar do tempo
Pense em alguém que continua lutando,
apesar das inseguranças
Que apesar de tanto sofrimento
ainda sonha em ser feliz
Mas acima de tudo,
pense em alguém que jamais
esquecerá que tu existes!
Lúcia Polonio
Se algum dia pensares em mim,
pense em alguém que luta,
que sonha, que espera...
Pense em alguém que tem
cicatrizes profundas na alma
Cicatrizes que continuam vivas
apesar do tempo
Pense em alguém que continua lutando,
apesar das inseguranças
Que apesar de tanto sofrimento
ainda sonha em ser feliz
Mas acima de tudo,
pense em alguém que jamais
esquecerá que tu existes!
Lúcia Polonio
SAUDADE DE TUGUIO - Antonio De Jesus Anjes
Menção Honrosa PRATA
"FORMATAR" 6/2013
17.02
17.02
SAUDADE DE TUGUIO
Conheci Tuguio, a silenciosa senhora
Que nas visitas à família baixava o olhar
Com o respeito das antigas senhoras
Que moravam aqui, mas tinham um quê
De que nunca tinham partido de lá...
Nos seus olhos dava para ver e sentir
As paisagens em seus tons orientais
Pequenos jardins, floridas cerejeiras
E ao longe montes e extintos vulcões
E neve nas bordas escuras das chaminés
Por destino ou acaso me fizeram amigo
Satoro, Marisa e quase invisível, Tuguio
Amizade paciente, muito bem cultivada
Longa, antiga, como bem cuidado bonsai
Tuguio, olhares furtivos de quase devoção
Da cidade distante, pesarosa a saudade
O fado nos reuniu por artimanhas da dor
Na visita à amiga que a distância afastou
Abatida, sofrida, no leito de um hospital
Olhos nos olhos, a Flor do Oriente chorou
Um pedido, de pronto atendido, aceitei
Voluntária e por dever do bem querer
Ser os olhos da família distante, cuidador
Visitar, relatar, anjo consolador da amiga
Foram dias de diálogo sutil, sem palavras...
Conheci Tuguio, a silenciosa senhora
Que nas visitas à família baixava o olhar
Com o respeito das antigas senhoras
Que moravam aqui, mas tinham um quê
De que nunca tinham partido de lá...
Nos seus olhos dava para ver e sentir
As paisagens em seus tons orientais
Pequenos jardins, floridas cerejeiras
E ao longe montes e extintos vulcões
E neve nas bordas escuras das chaminés
Por destino ou acaso me fizeram amigo
Satoro, Marisa e quase invisível, Tuguio
Amizade paciente, muito bem cultivada
Longa, antiga, como bem cuidado bonsai
Tuguio, olhares furtivos de quase devoção
Da cidade distante, pesarosa a saudade
O fado nos reuniu por artimanhas da dor
Na visita à amiga que a distância afastou
Abatida, sofrida, no leito de um hospital
Olhos nos olhos, a Flor do Oriente chorou
Um pedido, de pronto atendido, aceitei
Voluntária e por dever do bem querer
Ser os olhos da família distante, cuidador
Visitar, relatar, anjo consolador da amiga
Foram dias de diálogo sutil, sem palavras...
Mãos nas mãos, olhos nos olhos, silêncio
Um sorriso discreto, uma lágrima rolou
– Tuguio fechou os olhos, adormeceu...
... um pequeno jardim, cerejeiras em flor
os vales e os distantes montes nevados...
Antonio de Jesus/Anjes
Imagem: a.d. google. arquivo.
Palavras chaves: amizade. amor. lembrança.
saudade da velha senhora
Um sorriso discreto, uma lágrima rolou
– Tuguio fechou os olhos, adormeceu...
... um pequeno jardim, cerejeiras em flor
os vales e os distantes montes nevados...
Antonio de Jesus/Anjes
Imagem: a.d. google. arquivo.
Palavras chaves: amizade. amor. lembrança.
saudade da velha senhora
Déjá Vú - Vera Aguiar
Menção Honrosa ALPACA
"FORMATAR" 6/2013
17.02
17.02
Déjá Vú
Jeito maroto.
Homem-moleque.
"Senhor",
deliciosamente atrevido.
Tudo em ti me faz de sonhos viajar.
Passo por seu rosto,
te beijo mansinho.
Toco seus cabelos,
que em meus dedos deslizam.
Tomo suas mãos,
trêmulas,
quase úmidas,
em calafrios,
que suponho circular seu corpo.
Vou agora até seus lábios,
minha trajetória completar.
Opa!
O mundo nos olha.
É preciso acordar.
Vera Aguiar
Jeito maroto.
Homem-moleque.
"Senhor",
deliciosamente atrevido.
Tudo em ti me faz de sonhos viajar.
Passo por seu rosto,
te beijo mansinho.
Toco seus cabelos,
que em meus dedos deslizam.
Tomo suas mãos,
trêmulas,
quase úmidas,
em calafrios,
que suponho circular seu corpo.
Vou agora até seus lábios,
minha trajetória completar.
Opa!
O mundo nos olha.
É preciso acordar.
Vera Aguiar
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