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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

domingo, 20 de outubro de 2013

Encruzilhadas - Labirintos sem saída - SU AQUINO (Baixe grátis aqui o livro)






Sinopse:

Todos os seres são mais que a aparência mostra. Atrever-me-ia dizer que somos o que o momento da vida nos exige. Todos os seres têm histórias. Aqueles que não as têm passaram pela vida e não viveram. Jamais entenderão os que amaram e que amam sem exigir nada em troca, sem manipular ou manobrar acontecimentos; simplesmente sentem-se privilegiados por amar, sem exigir do universo um retorno, sem revolta com os acontecimentos. Contentam-se em saber que o ser amado está vivendo em algum lugar, que está cumprindo seu destino. Seguem com um segredo dentro de si e que uma encruzilhada jogou no labirinto sem fim...








PARA BAIXAR GRÁTIS  http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/4526755

sábado, 20 de abril de 2013

LABIRINTO DE PALAVRAS um novo livro de Conceição Oliveira

 

Prefaciado pelo poeta Xavier Zarco LABIRINTO DE PALAVRAS é uma obra poética que se encontra dividida em três ciclos não completamente fechados: CATARSES -DAS SAUDADES … DOS AFECTOS - MOMENTOS E ESPAÇOS.

O título traz-nos, desde logo, uma ideia dual, um desígnio que a palavra em nós desperta: o Labirinto de Creta (onde existiu, segundo a mitologia clássica, um Minotauro sanguinário…e o estratagema de Ariadne para que o seu amado Teseu pudesse regressar, caso escapasse ileso do confronto com o monstro, um simples fio que o guiasse na saída…por outro lado, e, ainda, sob a égide da mitologia grega, podemos relembrar as personagens de Dédalo, o arquitecto e seu filho Ícaro, sendo este último, inclusive, referido no poema intitulado, justamente, ”Labirintos”).

Há ainda outras referências clássicas nos poemas “Em busca de Cnossos” e “Mar de Creta”.

O labirinto, então, como caminho inçado de paredes intransponíveis obrigando-nos a voltar atrás repetidamente, desorientando-nos e perdendo-nos. Metáfora perfeita, quase obrigatória, para a complexidade e as aporias da vida que frequentemente nos oferece, a par das alegrias e prazeres, sofrimentos incompreensíveis. Insuportáveis por vezes.

O pensamento e o sentir como labirinto onde nos podemos enredar, porque muitas das questões sobre a existência, a vida e a morte conduzem a becos sem saída, a mistérios paredes contra os quais não temos defesa. A ansiedade, a angústia e o sofrimento psicológico estão sempre no caminho deste “LABIRINTO”.

Os medos e as revoltas fazem-se sentir não só através de um Eu lírico mas também incidindo sobre preocupações alargadas aos males sociais, ao sofrimento alheio. (“Meninos de Rua”; “Aos Meninos do Silêncio”; “Campos vazios”; “Pássaros do vazio”;)

Podemos constatar ainda que existem nesta obra “laivos ideológicos” (“Cecília Sacramento”; “Catarina Eufémia”; “25 de Abril”; “1º de Maio”; “Este é o tempo”) entre outros.

Se por um lado se sente uma necessidade de exteriorizar a memória, dizendo-a através da palavra poética, organizando assim a matéria: sombras, escombros, ruídos, imagens…, num autêntico labirinto, por outro vai-se criando a precisão do voo, o sair dessa mesma criação.

Este movimento de saída está bem patente no ciclo com que a obra finaliza: “Momentos e espaços” tentando dizer que, ainda que partindo, esse instante é sempre um ponto onde urge regressar. A memória vai-se fazendo, reorganizando, assumindo-se como pedra basilar dos poemas. É pois uma construção de memória, em tempo real, psicológico ou fictício, da própria poetisa ou da sua imaginação. Tanto faz a quem lê. Não carece dessa informação, antes precisa de entrar por entre as palavras e descobrir essas pedras que ergueram o LABIRINTO onde as asas se escondem…

 

Conceição Oliveira

 
 
 
 
 
LABIRINTOS

 

Soprava o vento

Era o Sul

Agreste, sibilante

Tempestade vacilante

 

Mau tempo anunciava …

 

Acesa a discussão

Mergulhámos

Em ruas de podridão

E perdemo-nos…

No vazio

Dos labirintos

De Ícaro

Iniciámos o caminho

Da solidão

A sombra

De paixões acontecidas,

Na volúpia do passado

Reciclámos.

 

E foi Assim, que,

Nos labirintos

Da saudade

De carícias esquecidas

E do amor cruzado

Voltámos...

 

Conceição Oliveira in “LABIRINTO DE PALAVRAS”

 
 
 

AMANHECER NA DISCÓRDIA…

 

Sempre que amanhece

Em tempos de discórdia

A luz incerta do dia

Reactiva as dores da véspera

Folheando as palavras

Esquecidas

Na diáspora

Proferidas

Num lamento,

A manhã

Apodera-se dos meus ais

E toma o teu lugar

Os sorrisos

Que fertilizavam a memória

Na ferocidade do tempo

À passagem dos vampiros

Embalam-me o pensamento

E a manhã assimila

E comove-se

Do meu lamento.

 
 
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

DEVANEIOS - MOREIRA Vitor



Vitor Hugo Pinto Moreira, Vitor Moreira de nome literário, nascido em Portugal a 06-12-1983 na bela cidade de Paredes, criado durante 24 anos na Vila de Recarei e residente na cidade do Porto actualmente.
12ª ano do curso profissional de animação sociocultural, depois de frequentar durante um ano o Instituto Missionario Sagrado Coração, Dehonianos, SCJ em Coimbra e de Pre-Seminario no Seminario Missionario Pe. Dehon no Porto, concluiu o 9º ano na escola ed 2.3 da Sobreira.
Fundador da Associaçao Recreativa Criare(I), actor da Companhia de Teatro Amador de Recarei, pertencente a diversos grupos de jovens, fundador da pagina Escrivaninha de Estorias e Estorias em Silêncio, bloggista frequente.

"Sonhos? a vida já é um belo sonho, por isso continuar a viver dia a dia num perfeito sonho pintado em arco-iris."

"Projecto em carteira? a curto prazo, mas bem a curto prazo, estreia da peça de teatro Um Mundo ao Avesso, lançamento do Livro Devaneios e continuar nas slides literarias. nao fazer disto vida, mas viver com o prazer do que faço. inventar ou reinventar novas ideias e temáticas da escrita.


DEVANEIOS


Devaneios, o que é a vida além de devaneios mentais, com ideias loucas e tresloucadas que a nossa mente dia a dia, hora a hora, segundo a segundo, regista num zumbido de uma andorinha. Sim, de uma andorinha. Qual é o espanto?

A andorinha viaja sazonalmente em busca de temperaturas mais amenas para o seu corpo, a nossa mente também o faz.

Pode não o ser de forma sazonal, algumas até o fazem de forma anual, outras de forma diária, outras, nunca o fazem.

A verdade é que a nossa mente é uma coisa estupenda. É capaz de nos fazer viajar por lugares e por momentos que nunca antes o nosso infinito ser nunca pensara ser atingível.

Por outro lado, também é capaz de ser uma mente que….mente, que nos engana, que nos faz acreditar em algo e que depois percebemos que não é bem assim. Contudo, gostamos de devanear, de imaginar, de alucinar.

A vida é isso mesmo. Devaneios loucos de uma pura diversão mental, que nos traz à tona cada vez que pegamos numa caneta ou no teclado de um computador de tempos da idade média, ou do tempo daquele senhor americano, o Steve que dava muito trabalho, e se lembra de redigir umas pequenas palavras acerca do seu ínfimo pensamento e do que a sua massa cinzenta é capaz de produzir.

O homem quer, a obra nasce, e eu devaneei durante longos anos entre tintas, folhas de papel e teclados, sonhei imenso, com o comando telecomandado do meu cérebro, do meu coração e de quem me acompanhou durante anos a fio.

Alguns me incentivaram a continuar, outros me criticaram.

A verdade é que independentemente do que o devaneio faz, a divagação provoca, a obra está aqui, está nas suas mãos, e pronta a saltar para os seus olhos, e dos seus olhos para a sua massa encefálica onde será produzida a informação que será trabalhada e entendida da forma como lhe bem aprouver.

A ideia, não é ensinar, porque eu não posso ensinar algo que ainda eu mesmo tenho que aprender, apenas demonstrar que os devaneios existem…e que são bons, e que devem ser desfrutados.

Nada na vida se deve dar por adquirido, e eu não darei, apenas amarei em silêncio o segundo gasto por seus olhos enquanto me lê.

Vive, apaixone-se, acredite, ame…Atreva-se a ser Feliz.



Para adquirir a obra em versão e-book ou em formato fisico, poderá contactar o autor ou a sua editora através dos seguintes links:

http://www.euedito.com/devaneios-1347.html
e
http://www.euedito.com/devaneios-1348.html

http://www.euedito.com/


Links do autor:

http://felizcomloucura.blogspot.com/ (blog pessoal)
 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PEQUENAS UTOPIAS - SILVESTRE Rafael

Sobre o autor
Na poesia o mundo condensa-se, transforma-se no segundo mundo, uma atmosfera que abre um universo de possibilidades.
É o que tenta sentir Rafael Silvestre, jornalista de formação e educador social por opção.

De São Paulo tenta transformar as suas palavras em um encontro das letras.
Pequenas Utopias
Um livro de poesias na nova linguagem das mídias sociais
SINOPSE
Pequenas Utopias
Um livro de poesias na nova linguagem das mídias sociais
Acompanhar a comunicação da sociedade atual é turbinar a alma, os sentidos e os dedos dentro de uma leitura objetiva e rápida. Consomem-se a informação, a leitura, tudo, de maneira dinâmica, às vezes, sem profundidade que se merece.
Mas há como navegar por esses mares de águas rasas, ancorando, de fato, na imensidão de alguns pensamentos rápidos e introspectivos. A poesia, no seu transcorrer de formas, há séculos se adapta às maneiras mais diferentes de textos, como no caso do “Pequenas Utopias”,primeiro livro de poesias do jornalista Rafael Silvestre.
O livro mergulha em caracteres permitidos pelos atuais meios de comunicação e se condensa ao infinito das interpretações do dia a dia. Pequenas Utopias é um mundo de grandes sensações e poucas palavras.
Pequenas Utopias é o livro de estreia do jornalista Rafael Silvestre. Ainda sem editora, o projeto divide-se em três contextos internos (Surtos, Sentimentos e Vontades) e está disponível em formato PDF.

CAIS DA ALMA - ANGOLA, DO TEJO AO KWANZA - DA INQUIETUDE DAS PALAVRAS - MOUTINHO José Carlos


José Carlos Moutinho nasceu no Sobralinho, V.F.Xira, em Junho de 1944.
Em 1957, com apenas 13 anos partiu para Angola, onde permanece até 1973, altura em que abandona Africa rumando à América do Sul, Brasil será a sua casa durante 7 anos. Em 1980 volta definitivamente para Portugal.
Foi Delegado de Informação Médica e nos últimos anos, Empresário na área da restauração.
Aposentado dedica o seu tempo às suas grandes paxões, fotografia e poesia.
A poesia vem dos tempos de Africa, desde os 15 anos que escreve.
Porém, com o tempo, essa inspiração ficou um pouco esquecida nas páginas da vida.
Tendo reiniciado as suas lides poéticas, em finais de 2009. 

Tem três livros editados: “Cais da Alma” (poesia),  “Angola, do Tejo ao Kwanza” (romance) e “Da inquietude das palavras” (poesia) pela Edium editores.

É membro dos “Confrades da poesia”
De “Horizontes da Poesia”
E de “Luso-Poemas”
Tem página com poemas seus na “Varanda das Estrelícias”, de Joaquim Evónio.
É presença regular em vários locais de tertúlias poéticas:
Especialmente “As noites de poesia de Vermoim”(Maia) e “Indivisíveis Emoções”, na Casa Barbot (Gaia)
É membro da ACLAL (Academia de letras e artes plásticas lusófonas)      

Faz parte de algumas antologias, tais como:

HORIZONTES DA POESIA, Grupo de Joaquim Sustelo- Lisboa

INDIVISÍVEIS EMOÇÕES,  De Vila Nova de Gaia

FLOR DO INFESTA,  De Edium Editores

POETAR CONTEMPORÂNEO II, De Edições Vieira da Silva

 
O seu blog de poemas, é este: http://zemoutinho.blogspot.com/
 
Os seus "Filhos":
 
 
 
 Booktrailler do "Cais da Alma"
 
 

Booktrailler do "Angola, do Tejo ao Kwanza"
  http://www.youtube.com/watch?v=Q2FC8mHKZMU&list=FLE2Yyo8qQkpJC7aueGxDpoA&index=3&feature=plpp_video




 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

EU, MEU PAI E OS OUTROS AMORES.... REIS Lilian




Lilian Reis, casada, dois lindos filhos.
Graduada em Letras Português/Inglês.
"Louca" por cinema e séries, ama leitura e escrita.
Gosta de escrever contos e... longas histórias.











Lilian Reis fala de si....

 "Tenho a maior dificuldade em parar de escrever. Ninguém me incentivou a ler ou escrever. Desde quando tinha 13 anos gostava de passar em frente a uma banca e ficar horas lendo sinopses de romances. Comprava compulsivamente e depois comecei a trocar com as amigas. Fazíamos o que chamam hoje de “book tour”. Rsrsrs. Conseguia ler um livro daqueles em dois dias. Acho que daí surgiu a minha paixão pela escrita. Eu ficava imaginando que poderia ser eu ali, no lugar daquela personagem.
Entretanto, a vida nos desvia às vezes de nossos objetivos, embora eu jamais pensasse em escrever. Eu nunca imaginei que seria escritora. Como disse acima eu nem sabia o que eu queria.
Primeiro dediquei-me com afinco ao trabalho. Eu trabalhava num Jornal de grande circulação em Belo Horizonte, com pequenos anúncios. Sai desta empresa e dediquei-me à minha família, exclusivamente. Para passar o tempo eu fiz alguns cursos de artesanato e trabalhei como artesã por muito tempo, até que vi meus filhos crescidos e senti que era hora de cuidar de um sonho antigo. Cursar faculdade.
Foi na faculdade que me atrevi a escrever. Comecei a tecer textos e compilar ideias, entretanto não tinha coragem de mostrar a ninguém o que eu escrevia, até que um professor leu um conto meu e me levantou o astral. Ele incentivou-me a nunca deixar meus escritos nos fundo da gaveta. Ele é um homem sábio e muito culto, Professor Doutor e também Escritor Luiz Roberto Wagner.
Então, quando enviei o primeiro conto para ele, surpreendeu-se. “Vivemos de incentivo, quanto mais às pessoas nos incentivam, mais a gente adquiri confiança”. Resolvi então enviar outro e mais outro e ele só elogiava. Eu já havia escrito um romance e havia finalizado. Quanto mais eu escrevia mais ele me dava força. Comecei assim a buscar conhecimento acerca da escrita criativa. Vi vários vídeos de uma fofa que me incentivou muito Lycia Barros. Vi entrevistas, e uma das entrevistas que mais me motivou foi a de André Vianco. O exemplo dele e de Talita Rebouças é fantástico. Li muito durante todo o curso da faculdade. Li todos os gêneros e acredito que é lendo que se adquire certo traquejo e se enriquece o vocabulário.
Escrever o livro “Eu, meu pai e outros amores”..., foi a coisa mais gostosa do mundo. A história surgiu assim do nada. Sempre quis escrever algo que falasse do amor em todas as formas. Então, pensei na história de uma adolescente que viu seu mundo desabar e não sabia como reerguê-lo...
Fiquei lendo e relendo a histórias várias vezes e sempre encontrava algo que achava que poderia ficar melhor. Larguei o arquivo salvo e comecei a escrever outras histórias. Tenho algumas coisas escritas. Rsrs. Contudo, cismei com a história de Jade. E, um dia, vendo o vídeo do “Papo Literário” da Lycia Barros eu adquiri coragem e fiz uma sinopse. Entrei no site de algumas Editoras e as inscrições não estavam abertas. Esqueci o assunto e adiei meu lindo sonho por mais algum tempo até que. Atinei de entrar no site da Editora Novo Século. Vi que havia uma oportunidade. Preenchi o formulário e, algum tempo depois, entraram em contato comigo aprovando meu cadastro. Depois disso foi muito rápido. E, graças a DEUS eis-me aqui falando com vocês."


Como tudo começou
Lilian Reis
Acho que como tudo em minha vida, começar a escrever foi apenas uma questão de tempo. Sempre demonstrei, mesmo que inconscientemente, uma grande atração pelas letras, e, eu não poderia deixar de escrever algumas ideias que são tantas e verdadeiramente interessantes.
Dia desses busquei lá do fundo de minha alma o que estava perdido e encontrei vários sentimento
s e emoções. Senti uma vontade enorme de escrever. Deixei-me levar pelo entusiasmo e rabisquei algumas linhas, pequenos fragmentos do que seria meu eu lírico; e ele tem vontade, tem ilusões. Busquei entender os motivos pelos quais sempre quis escrever e nunca tive coragem. Comecei, então, dar vida ao meu delírio.



Voltando no tempo, lembro-me de querer ser Secretária Executiva, sempre achei o máximo ver aquelas mulheres bem vestidas e elegantes, com suas pastas nas mãos e seus penteados bem feitos. Mulheres de fibra, inteligentes, sempre bem maquiadas; queria aquilo para mim. “No fundo, eu acho que nem sabia o que eu queria”. Nunca pensei na hipótese de ser Escritora. Eu mal conseguia fazer uma “comunicação”!
Meu pai queria que eu prosseguisse com meus estudos, mas, na época, eu achava que estudar era tão difícil, que desisti sem mesmo tentar...
Um Escritor sempre escreve com a alma..., e para ilustrar isso, preciso dizer que acho que sempre tive alma de escritora, contudo eu não entendia. Gosto muito de escrever. Amo, na verdade. Tudo que penso acho que pode ser passado para o papel. E é talvez por esse motivo que resolvi expor todo o conteúdo de minha ilimitada memória.
A vida nos leva por caminhos sinuosos, difíceis, errados ou talvez, apenas nos deixa parados, e, somos nós, que escolhemos que caminho seguir; no meu caso, passei por vários atalhos, contudo acabei graduando-me e chegando aqui.
A escrita sempre esteve contida em mim, mesmo que bem lá no fundo, mas agora, eu estou contida na escrita. Agora ela aparece, e vem com força total. Transforma meu pequeno mundo num Globo, e por sua causa eu estudo lugares, descubro peculiaridades, meto-me a ser artesã, pintora, escultora, e outras dezenas de profissões.
Através da escrita, me tele transporto para onde eu quiser, depois tenho o prazer de narrar uma boa história.
Verdade seja dita, há sim um pote de ouro no final do arco-íris. Isso foi contado e eu já o vi. Atravessei essa ponte imaginária e dei de cara com a felicidade.
O meu eu agora tem vida própria, e desta maneira consigo e sei contar tudo que vejo e posso contar tudo que sonho. Basta que eu acredite na voz que me fala e na imagem que vejo em minha memória de sonhadora.
Hoje, dia em que resolvi colocar no papel meus pensamentos, talvez seja o dia mais frio do ano, e, provavelmente, será uma longa noite, uma vez que consigo pensar melhor no escuro. Penso, memorizo e logo escrevo por medo de perder o conteúdo de minhas ideias.
Imagino as mais variadas histórias com mocinhos, mocinhas e bandidos, mas também penso em poemas, canções e o meu fraco, as histórias de amor. Aqui, o importante para mim é o que consigo colocar no papel. De uma coisa eu tenho certeza, ler e escrever é ter a possibilidade de viajar por lugares ainda inexplorados. Basta fechar os olhos e imaginá-los.
Assim, à noite, enquanto alguns voltam do trabalho no frio da madrugada enfrentando o uivo do vento e sentindo suas mãos congelarem pela temperatura baixa e cruel, eu procuro entender o porquê das coisas; procuro dar vida a alguns personagens. Procuro viver alguns deles para contar para você uma linda história. É isso que me motiva é isso que me dá prazer!

 
 




SINOPSE
Eu, meu pai e os outros amores...

Há coisas na vida que acontecem e a pessoa se revolta, fica com raiva de tudo e de todos, contudo, Jade teve que aprender da maneira mais dura, que o mundinho no qual ela vivia era fútil, uma imensa bola cheia de nada.
Para Jade, tudo que importava era sua mãe, padrasto e amiga. O pai era um sonho inalcançável, uma figura por quem Jade nutria “sentiment
os incompreensíveis”.




Ela acreditava que aquela vida de badalações, academia de dança, luais, e festas eram tudo de bom, e para o qual valia a pena viver. O resto era descartável. Entretanto, Jade fora inserida “contra sua vontade”, em outro mundo. Um lugar completamente sem valor para ela. As pessoas pouco lhe interessavam e tampouco ela acreditava que eles se interessassem por ela. Para ela, uma garota da cidade grande, o que importava eram as coisas que ela podia fazer e a maneira como se divertia, e amava apenas essas pessoas que eram seu ”tudo”...

Uma história cheia de emoções, conflitos, dúvidas e descobertas, que tem um enredo gostoso, uma linguagem jovem e engraçada. Prepare-se para conhecer o outro lado do mundo de Jade. Uma adolescente quase adulta, que se mostrou rebelde, marrenta, irônica e teimosa. Será que Jade aprenderá com seus erros a ser uma pessoa melhor?

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O MEU BLOG AINDA ESTÁ EM CONTRUÇÃO.

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terça-feira, 25 de setembro de 2012

UM NOVO AMANHECER - ALVES Mora

Mora Alves, pseudônimo de Maria Aparecida Araujo Moreira, moradora e funcionária pública na Secretaria de Saúde no Município de Guarulhos.
Autora do livro Um Novo Amanhecer pela Editora Livre Expressão.
Participação em alguns livros de Antologia:
Melhores da Poesia Brasileira – Organizadoras: Jane Rossi e Mônica Rosenberg
Destaque da Poesia em 2011 – Organizador : Raimundo Nonato
Participação na Bienal de São Paulo em 2010 com o livro de Antologia: Poesias Contos e Crônicas pela editora All Print
Participação na coluna do Jornal Cumbica News, onde escreve contos em histórias do cotidiano.
Divulgação de frases de otimismo, poesia e contos no site: www.moraalves.com e no
Blog: www.moraalves.blogspot.com.br


Prefácio do livro Um Novo Amanhecer


Um Novo Amanhecer - Cíntia e Alberto
Aqui, tudo é bem dito. Geralmente sem muita retórica. Na autora transbordam as palavras, fervilham as idéias que ela vai emendando de um jeito tão especial que outra coisa não é senão Arte. Palavras, fios d’água com que a autora vai tecendo a vida dos personagens. Água, vida, movimento, ondas caudalosas lembrando a todo instante do oceano de criatividade dessa nova autora.
Em Um Novo Amanhecer, incomum, mesmo, só o amor. Sim, é de amor que a autora fala todo o tempo, e de um jeito tão raro como raro o próprio amor o é, sabemos, principalmente nos últimos tempos. Mas não esperem pieguices. A despeito dos diálogos simples, diretos, e da vida linear, é o ato contundente que, repentinamente, descortina a realidade. Digamos mesmo que a autora escreve um “a vida como ela é” mas que somente o percebemos, de fato, na medida em que desvendamos o íntimo dos personagens. Suas fraquezas, paixões, grandiosidades e compaixões.
Um Novo Amanhecer se evidencia enquanto proposta para a cidadania. Isso fica latente todo o tempo, principalmente através dos personagens principais, Cíntia e Alberto e o trabalho que desempenham, um como psicólogo e outro como assistente social: “... a sociedade adoecia, pois cada vez mais as pessoas estavam preocupadas em ter e não em ser; ter um tipo de beleza, objetos de consumo, padrão de vida, sempre mais. “Pagavam caro por isso... Por outro lado havia o hospital, outra realidade, onde os pacientes sabiam apenas que teriam que ser pacientes...”. O curioso é que ser psicólogo e assistente social não foi justificativa ou simplesmente um meio para a atuação de ambos. O que mais a autora mostra é o perfil humanista deles. Isso nos sugere que exercer a cidadania e o amor é papel que não carece de formação específica, sendo o amor ao outro o ponto de equilíbrio das relações, fato que depende de cada um de nós.
Mas o que mais nos fala esse romance é sobre brevidade de tudo. Sim, eu me vi pensando nisso, e no quanto a“vida são só dois dias”, e isso muitos já o disseram. Talvez não como Mora Alves, que o faz nas entrelinhas desse romance.
Um novo amanhecer. Surpresa, surpresa da boa, assim, escrito em duplicata, talvez para nivelar com o que sinto ao escrever esta apresentação, simplória até, em vista do que nos mostra Mora Alves, pseudônimo de Maria Aparecida Araujo Alves, Cidinha para os familiares. Enquanto irmã, eu posso ser suspeita para falar, dirão alguns, mas o que mais eu poderia dizer, a não ser que desponta no cenário literário muito mais do que uma promessa?
Cissa de Oliveira
Professora, bióloga e escritora.
Campinas-SP

domingo, 16 de setembro de 2012

O VOO DA BORBOLETA - VARELA Rosana



Rosana Varela, natural de Sinop/MT, académica do Curso de Letras da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Camus de Sinop.
"Penso que escrever está relacionado a uma vontade profunda de resignificar a realidade e assim estabelecer uma conexão com o mundo através das palavras; redigir um poema é como pintar um quadro: nele coexistem luz e sombra, realidade e abstração num mesmo espaço. Assim também é o processo criativo, pois muitas vezes se escreve sobre coisas que são e outras tantas que desejariamos que fossem."



SINOPSE :
A obra divide-se em três capitulos: Metamorfose, Equilibrio e Realidade; nesse sentido, faz-se analogia ao ciclo de vida de uma borboleta: a transformação que dá origem a um novo ser, mas que se necessita equilibrar em suas próprias asas para enfim alçar voo rumo à liberdade - assim também é o ser humano em sua saga existencial.
 
Contactos:
 
Pagina
 
Para adquirir O VOO DA BORBOLETA
 
 
 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Mais Dia Menos Dia - CRUZ Janaina


Janaina Cruz escreve desde os 12 anos de idade, de entre os muito mais de mil poemas por si escritos, citando a autora, alguns perderam a graça, outros perderam vida, alguns foram de tempos de armadilhas, só os verdadeiramente poemas tomaram forma de livro.
No mundo virtual para além de comunidades em que participa, a autora possui um blog onde  publica os seus poemas, http://esferografia.blogspot.com.br/.
Janaina Cruz agradece em especial a duas pessoas que tornaram o seu sonho possível, o seu marido lindo (sic)), Leandro Medeiros Santos e sua mãe, Marinilsa das Graças Medeiros Santos.
Deus também tem um capítulo especial na sua história, Ele segundo a autora presenteou-a com inspiração, a força para transformar acontecimentos de vida em poesia.

Este poema abaixo transcrito é o título do seu primeiro livro.


Mais dia menos dia


Mais dia menos dia eu aprenderia a andar
Sem tropeçar em meus pés, ou nas vontades não saciadas
Saberia que mentir é só armadilha e que prender o controle é jogar-se em prisões.
Mais dia menos dia, eu iria provar das paixões, e por elas cometer pecados
Mais dia menos dia cairia de joelhos pedindo perdão a Deus, chorando e sofrendo.
Perderia tudo por nada, me irritaria com canção apaixonadas, poemas, conselhos, qualquer coisa de amor.
Mais dia menos dia, eu iria dar de cara com o mundo, e tantas escolhas aleatórias
Voaria que nem passarinho, quando consegue escapar de uma gaiola.
Mais dia menos dia, me veria longe de casa, sem eira nem beira, sem reconhecer as estradas
O mundo muda a cada segundo, os espelhos não nos mostram nada.
Mais dia menos dia, iria perder a coragem, iria correr assustada, no meio das minhas florestas sombrias, onde qualquer momento é uma fria madrugada.
Mais dia menos dia, ouviria uivo de lobos e com eles correria em volta das casas, me feriria numa batalha e seria abandona, sangrando, impotente em qualquer temporada.
Mais dia menos dia, surgiria quem cuidasse de mim, com carinho e amor e palavras ousadas
E me entregaria em fim, sem susto, engano, ou coisa enrolada.
Mais dia menos dia aprenderia a contigo transpor qualquer enseada, mais dia menos dias formamos um só, com gosto com vida, de coisa compartilhada.
Mais dia menos dia os filhos voltam pra casa.

Janaina Cruz


" Mais dia menos dia" foi lançado pela editora LP-BOOKS na 22ª Bienal Internacional do livro de São Paulo.


Contactos:

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  • esferografia.blogspot.com
    Escrevo a pintura intocável da alma que compõe sua beleza na tela do paraíso. De cores e luzes em tons de arquitetura erguida em carne viva, feita de poesia pura... esculpida pela suprema arte da vida.

  • terça-feira, 11 de setembro de 2012

    Trilhas de Luz; Nas Asas da Poesia e Alquimia Poética - SANCHES Jonas Rogério

    Jonas R. Sanches nasceu em Catanduva-SP (Brasil) no ano de 1982.
    Com o incentivo e apoio de Elsy Myrian Pantoja, seu grande amor e melhor amiga montou o seu blog de poesias Trilhas de Luz,no início de 2011 publicou o seu primeiro livro, "Trilhas de Luz" pela Editora Clube de Autores e desde então não parou mais de escrever, no início de 2012 publicou o seu segundo livro, "Nas Asas da Poesia", também pela Editora Clube de Autores e no dia 31 de julho publicou o seu terceiro livro, “Alquimia Poética”.
    É membro do Grupo de Poesias "Guilherme de Almeida" em Catanduva, membro da Associação Internacional Poetas del Mundo e Academico Fundador da Academia Virtual Brasileira AlmaArte e Poesia.

     
    Os seus Livros:

     

    “Trilhas de Luz“– Esse é o seu primeiro livro e reúne poesias para todos os gostos, dentre elas o autor fala sobre o amor, a relação homem natureza, a ascensão espiritual e o universo.


    O conhecimento manifesta-se
    Ao buscador humilde e sereno
    Mas àquele que se vangloria
    Ele torna-se veneno
    A luz iumina os que buscam de coração
    Se libertar dos grilhõs da escuridão
    Mas aquele que tenta enxergar além da luz
    Cegar-se-á diante de sua condição
    A vontade límpida e sincera
    Acompanha aquele que espera.


    https://clubedeautores.com.br.books/42248-Trilhas de Luz


    "Nas Asas da Poesia" - O segundo livro do autor que é uma continuação do primeiro, com uma vasta gama de poesias sobre o amor, a natureza e o caminho espiritual.

    Com as asas da poesia voei
    Pelos céus límpidos da minha mente
    Os mais belos versos, ali encontrei
    Num jardim de cósmicas sementes
    Voe junto aos meus pensamentos poesia
    E não se amedronte diante do infinito
    Com suas asas viaje por noites e dias
    E descreva o que hà de mais bonito...

    https://clubedeautores.com.br/book/122448-Nas Asas da Poesia


    "Alquimia Poética" - O terceiro livro e como o próprio titulo indica uma alquimia na sua poesia, este livro reflete toda uma busca, ainda inacabada, no caminho do autor para o aperfeiçoamento da poesia e do seu próprio ser, segundo as suas palavras.

    O prefácio é do autor Augusto Branco:

    Com qual curiosidade te pões a ler o livro da tua vida?
    Com qual medo lanças o olhar ao teu interior?
    Acaso, o que desejais?
    Eu te observo,
    sei de ti
    e vou matar-te
    para fazer-te renascer!
    Nada escapa ao tempo e à alquimia do Universo.
    Mas,
    Antes,
    conheça-te.
    Tranmute-se.
    Voe nas asas da poesia
    com Jonas Rogério Sanches
    e reflita,
    emocione-se,
    encontre a suprema inspiração da vida,
    e ilumine-se!

    https://clubedeautores.com.br.books/132757-Alquimia Poetica

    Links de Jonas R. Sanches :

    Clube de Autores –
    http://clubedeautores.com.br/authors/35652


    Poetas Del Mundo-


    AVBAP –

     
    O seu Blog Trilhas de Luz–

    segunda-feira, 10 de setembro de 2012

    CONTOS DE ENCANTO; FATUQUINHA PARA PEQUENOS; O LUAR DE SAPUCAIA; A FRATERNIDADE DO "CÍRCULO" Quando a Amizade Não Tem Limites...; O "Esquecimento" Azul É NO AZUL QUE SE ENCONTRA A VERDADE - ABREU Fátima

    Maria de Fátima Abreu de Oliveira, conhecida na web como  Fátima Abreu - Fatuquinha, mãe de 3 filhos, natural da Cidade do Rio de Janeiro, residindo desde 2008 em Maricá- Rio de Janeiro, Brasil.

    Residiu também no município de Itaguaí- RJ onde participou do Jornal Atual, no ano de 2007, contribuindo com artigos de ordem social, saneamento básico, a favor dos direitos das pessoas com necessidades especiais, utilidade pública,etc.

    Desde 2008  dedica-se à escrita em sites literários da web, como por exemplo:
    Luso Poemas, Recanto Das Letras, Prefacio-Net, WAF, entre outros.

    Multifacetada na escrita, escreve desde Contos Infantis, Prosas Poéticas, Poesia Variadas, Erotismo, Crónicas, Arigos, Ficção Científica, Mistério, (Surrealismo) e Humor.

    Uma mulher que venceu barreiras e preconceitos pela sua literatura erótica.

    Mas que tem um lado "criança" que expõe em seus textos infanto juvenis.

    Seus principais interesses são a Mitologia greco romana, Mistérios antigos da Humanidade, Espiritualismo, Ciência, História, Mitos de várias culturas antigas, Ficção Científica, Música e Cinema

    Neste link poderá encontar os 5 livros para já editados

    Em versão impressa ou E-book






     

















    1-      Contos de Encanto ( contos variados )

    2-       ‘Fatuquinha’ Para Pequenos ( contos e prosas poéticas para crianças acima de 6 anos )

    3-       O Luar de Sapucaia ( romance policial )

    4-       A Fraternidade do ‘Círculo’ ( romance erótico- policial )

    5-       O ‘Esquecimento’ Azul ( romance espiritualista ou surreal )
     
    A autora possui vários blogs especificos sendo um deles o seguinte,