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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Resignado abandono
Abandonadas, no regaço, ambas pousadas,
as tuas mãos esperam,
movimentos,
sopros do vento norte.
Alheias ao que passa;
que passando foi acabado momento.
Rijas de terra, calejadas de barro
foram o negro pão dos teus dias.
Embalaram, desajeitadas,
carne do teu sangue,
foram lança
nos tempos obscuros
em que matar era desespero
e morrer obrigação,
fecundaram os elementos
em verdes campos,
foram fado e guitarra
com que cantaste a tua fome,
e de esperança ergueram bandeiras
no dia em que sonhaste mudar a tua condição.
Saudosas do sol que amadurece as espigas
vão envelhecendo,
por entre o fumo do cigarro.
Vai morrendo o engelhado corpo
que as sustem em escarrado catarro.
Brandas seguem os voos dos catraios,
em jardins por onde arrastas
os dias que te restam...
Apodrecimento baço em resignado silêncio.
António Patrício
Alheias ao que passa;
que passando foi acabado momento.
Rijas de terra, calejadas de barro
foram o negro pão dos teus dias.
Embalaram, desajeitadas,
carne do teu sangue,
foram lança
nos tempos obscuros
em que matar era desespero
e morrer obrigação,
fecundaram os elementos
em verdes campos,
foram fado e guitarra
com que cantaste a tua fome,
e de esperança ergueram bandeiras
no dia em que sonhaste mudar a tua condição.
Saudosas do sol que amadurece as espigas
vão envelhecendo,
por entre o fumo do cigarro.
Vai morrendo o engelhado corpo
que as sustem em escarrado catarro.
Brandas seguem os voos dos catraios,
em jardins por onde arrastas
os dias que te restam...
Apodrecimento baço em resignado silêncio.
António Patrício
FECHO-ME EM TI...
Fecho-me em ti, piano da VIDA,
Ao tocares a ferida do meu sentir.
Fado dolente…
coração ardente, perdido nos ares que respiro…
…onde não perduro…
Se ao menos as flores abrissem, ao som dos acordes
da força que irrompe do botão de rosa, a florir…
Se ao menos as aves cantassem a sonata do meu correr
para ti, na madrugada da Imaginação…
Se ao menos uma semente germinasse ao som
dos meus sentidos…a esperarem-te…
O mundo parou, no momento em que o vento
ao passar em mim, deixou teu rosto no meu tormento.
Até a Lua navegou …de Crescente em Crescente…
Ruídos do teu ALÉM, sinto-os eu também,
dentro da Saudade, estranha, potente, dessa luz navegante…
Tão noite, já! O teu amor adormeceu…
E montanha poderosa afasta-me da rosa de um sorriso teu!
Que faço, desta NOITE, escura como breu?
Faúlhas do meu desejo perdem-se nos ares,
nos mares, nos lugares por onde perpassa teu cheiro,
no som de uma força
que me ameaça…
Do fundo da terra, espiral de sensações irrompe, em força!
Vulcões em brasa…lava- magma -escorrido
na guerra do FOGO contra o FOGO!
Pedaços de mim rebentam em ti…
Flores da Primavera, em longa espera do Sol de Verão,
perdem-se no mar da Emoção…sem Razão.
Sonho o que me falta…falta-me tudo, do NADA que sou!
E escrevo, entretanto…espalho meu pranto,
vivendo apenas o que posso ser…ALMA-MULHER!
C11L-28- (mqc) MRÇ/011
coração ardente, perdido nos ares que respiro…
…onde não perduro…
Se ao menos as flores abrissem, ao som dos acordes
da força que irrompe do botão de rosa, a florir…
Se ao menos as aves cantassem a sonata do meu correr
para ti, na madrugada da Imaginação…
Se ao menos uma semente germinasse ao som
dos meus sentidos…a esperarem-te…
O mundo parou, no momento em que o vento
ao passar em mim, deixou teu rosto no meu tormento.
Até a Lua navegou …de Crescente em Crescente…
Ruídos do teu ALÉM, sinto-os eu também,
dentro da Saudade, estranha, potente, dessa luz navegante…
Tão noite, já! O teu amor adormeceu…
E montanha poderosa afasta-me da rosa de um sorriso teu!
Que faço, desta NOITE, escura como breu?
Faúlhas do meu desejo perdem-se nos ares,
nos mares, nos lugares por onde perpassa teu cheiro,
no som de uma força
que me ameaça…
Do fundo da terra, espiral de sensações irrompe, em força!
Vulcões em brasa…lava- magma -escorrido
na guerra do FOGO contra o FOGO!
Pedaços de mim rebentam em ti…
Flores da Primavera, em longa espera do Sol de Verão,
perdem-se no mar da Emoção…sem Razão.
Sonho o que me falta…falta-me tudo, do NADA que sou!
E escrevo, entretanto…espalho meu pranto,
vivendo apenas o que posso ser…ALMA-MULHER!
C11L-28- (mqc) MRÇ/011
Maria Elisa Ribeiro
CAMINHO DA FELICIDADE - Dennys Távora
Estou sem rumo, feito um andarilho,
Mas o medo jamais vai me paralisar,
O bom caminho que encontro trilho,
Mas o medo jamais vai me paralisar,
O bom caminho que encontro trilho,
Mesmo sem saber aonde vai me levar.
Não me detém qualquer empecilho,
Nem obstáculos vão me desanimar,
De todo problema me desvencilho
Para os meus sonhos não abandonar.
O meu olhar adquiriu do teu o brilho
E a minha trajetória se fez iluminar,
Se a luz da esperança contigo partilho,
A felicidade também posso alcançar.
Dennys Távora
Não me detém qualquer empecilho,
Nem obstáculos vão me desanimar,
De todo problema me desvencilho
Para os meus sonhos não abandonar.
O meu olhar adquiriu do teu o brilho
E a minha trajetória se fez iluminar,
Se a luz da esperança contigo partilho,
A felicidade também posso alcançar.
Dennys Távora
«POETAR» 1ª Homenagem - 21.10.2012
Pelo valor literário apresentado, homenageia, o perfil Poema Da Semana, constituído por membros do Grupo Poético VOAR NA POESIA, agraciados no evento com essa denominação, as seguintes publicações e seus autores:
CAMINHO DA FELICIDADE - Dennys Távora
FECHO-ME EM TI - Maria Elisa Ribeiro
RESIGNADO ABANDONO - António Patrício
(esta ordem encontra-se apresentada por ordem alfabética, não existem classificações)
Parabéns aos Poetas Dennys Távora, Maria Elisa Ribeiro e António Patrício.
OBS -
Não foram apresentadas outras, que não estas três publicações, para a homenagem, não sendo assim necessário recorrer a votação.
Sendo por isso homenageadas por Unanimidade.
Quem é Claudia Salles da Silva Mineiro Silva?
Claudia Salles da Silva Mineiro Silva, nasceu a 18 de Junho de 1963 na cidade onde reside, Caçapava (São Paulo), Brasil.
Formou-se no Magistério tendo leccionado durante algum tempo, "amo crianças" (são suas as palavras).
Desde cedo que se dedicou à pintura em tela, a todo tipo de artesanato, à costura, piano e à musica em geral.
Ama e escreve poesias desde a sua infancia. Na sua adolescencia a paixão aumentou, levando a que nunca mais parasse de escrever. Agora com os seus filhos adolescentes, entrega-se mais à escrita e à sua leitura, "encantando-se" (é da Claudia Salles a expressão), com o que lê, através da Internet.
Hoje, feliz, por ter concretizado o seu sonho, dedica-se exclusivamente ao seu marido (casada à 22 anos) e aos seus dois filhos.
Passamos a transcrever algumas frases de Claudia Salles que concerteza nos vão ajudar muito a conhecer melhor a sua personalidade, (seria uma pena fazer "montagem" das mesmas):
"Amo muito também fotografar o céu, amo minhas flores..."
"Passo o dia assim, lendo, cuidando da casa e dos meus 3 amores, que me incentivam e me enchem de carinho."
"Estou feliz em conhecer amigos do grupo e poder dar e receber o carinho de todos."
"Quero viver a vida o maximo que puder, servir e me doar, da maneira que posso, isso me faz feliz."
"Sonho que tenho é ver todos felizes e poder ajudar para essa felicidade chegar."
(...) .
sábado, 20 de outubro de 2012
NEVOEIRO - PESSOA Fernando (Amélia Muge)
Fernando Pessoa
NEVOEIRO
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer —
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
Valete, Fratres.
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer —
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a hora!
Valete, Fratres.
PARA AS CRIANÇAS
Se me der um sorriso
Mostro meu coração
Peço para as estrelas
Uma nova canção
Vou até as nuvens
Pedir para o sol mais resplendor
Ensinar-me a escrever para as crianças
Criança que também sou
Sei pular corda
Mas não sei brincar de amarelinha
Será que pode me ensinar
Se ganhar
Dou-te um beijinho
Se perder
Dou-te um abraço com carinho.
Peço para as estrelas
Uma nova canção
Vou até as nuvens
Pedir para o sol mais resplendor
Ensinar-me a escrever para as crianças
Criança que também sou
Sei pular corda
Mas não sei brincar de amarelinha
Será que pode me ensinar
Se ganhar
Dou-te um beijinho
Se perder
Dou-te um abraço com carinho.
Autor: Anderson Gouvêa
CAVALEIRO DA TÁVOLA REDONDA - Silvia Regina Costa lima
Havia aquela maravilhosa espada
incrustada numa pedra encantada,
e um belo rapaz que queria ser rei,
Artur; e é deles que eu, aqui, falarei.
Havia seus pares, o Graal, a amada,
guerras, honra, amizade, uma fada;
um tempo de lealdade digna e de lei,
a bela época com que sempre sonhei.
No espírito, não há nada que esconda
meu desejo deste mágico antigamente,
a surgir forte e meio que subitamente.
Em epopeia natural e plena de aventura,
é vida que a minha alma ainda procura
tendo sido Cavaleiro da Távola Redonda.
Artur; e é deles que eu, aqui, falarei.
Havia seus pares, o Graal, a amada,
guerras, honra, amizade, uma fada;
um tempo de lealdade digna e de lei,
a bela época com que sempre sonhei.
No espírito, não há nada que esconda
meu desejo deste mágico antigamente,
a surgir forte e meio que subitamente.
Em epopeia natural e plena de aventura,
é vida que a minha alma ainda procura
tendo sido Cavaleiro da Távola Redonda.

***
Silvia Regina Costa Lima
6 de agosto de 2012
Código do texto: T3845975
***********
Veja mais aqui:
http://
SONHO "VERBO"
PLANTEI SONHOS
NO JARDIM DA PROSPERIDADE,
DE SABORES RISONHOS
E COM TODA A VAIDADE.
VI NASCER FORMOSAS FLORES
DE PETALAS ROSÁCEAS,
VÁRIOS ODORES,
ENTRE ELAS MAJESTOSAS ARÁCEAS.
MOMENTOS QUE VIVI,
COM GRANDE GLAMOUR, MARAVILHAS
QUE GANHEI,
AMEI,
E TAMBÉM PERDI.
DOCES PARTILHAS
QUE SENTI,
AI, COMO SENTI...
AINDA HOJE AS ABRAÇO,
GRANDES ILHAS
QUE CIRCUNDAM O MEU ESPAÇO.
UM VOO SOBERBO,
CONTÍNUO AMAR, UM "VERBO".
RÓ MAR
14-10-2012
VI NASCER FORMOSAS FLORES
DE PETALAS ROSÁCEAS,
VÁRIOS ODORES,
ENTRE ELAS MAJESTOSAS ARÁCEAS.
MOMENTOS QUE VIVI,
COM GRANDE GLAMOUR, MARAVILHAS
QUE GANHEI,
AMEI,
E TAMBÉM PERDI.
DOCES PARTILHAS
QUE SENTI,
AI, COMO SENTI...
AINDA HOJE AS ABRAÇO,
GRANDES ILHAS
QUE CIRCUNDAM O MEU ESPAÇO.
UM VOO SOBERBO,
CONTÍNUO AMAR, UM "VERBO".
RÓ MAR
14-10-2012
Imagem no topo- Miscelânea
XEQUE-MATE E O JOGO CONTINUA
O Mundo
É como um
Tabuleiro de Xadrez,
Com diversos
Fenómenos,
Que se singem
A certas regras,
A Lei da Natureza.
O Culto
P'la Arte
De Viver
É bem ilustrado
Na prática
Do Xadrez.
Amando
Incondicionalmente
A Vida,
Estuda-se
A estratégia
Do adversário,
Sábio Viver.
Um Palco de Peças
De várias Culturas
E diferentes Etnias
Movem-se,
Intencionalmente,
No solo da Glória.
Venturas
E desventuras,
Traçam
A derrota ou Vitória.
Peças Fenómenos,
Que se singem
A certas regras,
A Lei da Natureza.
O Culto
P'la Arte
De Viver
É bem ilustrado
Na prática
Do Xadrez.
Amando
Incondicionalmente
A Vida,
Estuda-se
A estratégia
Do adversário,
Sábio Viver.
Um Palco de Peças
De várias Culturas
E diferentes Etnias
Movem-se,
Intencionalmente,
No solo da Glória.
Venturas
E desventuras,
Traçam
A derrota ou Vitória.
De diversos
Valores,
E cada uma
Com suas limitações,
Encaixam
Na Fisionomia
Do Universo,
E se tornam
D'enorme
Relevância,
Perfeita
Anatomia.
Jamais descurando
A Alma Oculta,
Que lhe
Pode transformar,
Ou, até mesmo ferir
A Essência.
A Vida
É repleta
De subjecções,
Traições,
Como no Xadrez,
É preciso saber
Jogar.
O aprender
A rir
E brincar,
O empreender
Nos mistérios
Satisfaz a curiosidade,
E lucra Felicidades,
Mas também pode ser
A última jogada.
Cuidado
Com o Valor,
E especialmemente
Com o movimento
De cada Peça.
O Rei move-se
Em todas as direcções,
Uma casa
Só, nas suas deslocações.
A Rainha ou Dama,
Pode mover-se
P'las colunas,
Fileiras
E diagonal,
A mais poderosa.
O Bispo, move-se
P'la diagonal,
Sempre de Cor igual.
O Cavalo, movimenta-se
Sempre em "L",a única Peça
Que pode pular
Sobre as outras.
A Torre, movimenta-se
Em direcção
Recta
P'las colunas
Ou fileiras,
Forte Peça.
O Peão movimenta-se
Apenas uma casa
P'ra frente,
A trás não pode voltar,
Outros peões
Pode capturar.
E todas as peças
Se movimentam
Segundo regras
E estratégias
Que educam
E desenvolvem
O Ser
Humano.
Assim como na Vida,
São as atitudes
De cada um,
Subjugadas
A um dado
Contexto,
Que influenciam
Os fenómenos
Da Natureza.
O Rumo à direcção
Certa,
Ou errada,
É subjacente
Ao grau de capacidade
E vontade
Que imana,
E lhe
É uma escolha,
Ou, uma imposição.
Um Caminho a trilhar,
Com,ou sem imaginação,
Mas de muita táctica.
No Xadrez
Joga-se,
Estudando
E manobrando
O Oculto,
Prática
De mui frieza
E cálculo preciso,
Num dado
Momento.
O Xadrez
É constituido por pequenas
Particulas de diversas
Ciências,
Artes
e Filosofias.
Um
Vasto Império
Que reina
No Mundo
De todos Nós.
No Xadrez
Alcança-se
O Xeque-Mate.
Na Vida,
Ao contrário
Do Xadrez,
O Jogo
Continua após
O Xeque-Mate.
"Xeque-Mate e o Jogo Continua"
RÓ MAR
15-10-2012

Imagem no topo - Beautiful world. Nature, love, art.
CHORA POETA
Chora poeta
Chora letras de amor
Lágrimas sem som nem cor
Sem olor nem odor
Lágrima de quem não pode sentir
Sentindo por permitir
Lágrimas e poeta nem sempre são
Porque nem sempre estão
Lágrimas que são letras de ilusão.
Chora poeta letras de amor
Borá seus escritos
Deixa a lágrimas cair
Chora poeta
Não deixe de sentir
Lágrima de quem não pode sentir
Sentindo por permitir
Lágrimas e poeta nem sempre são
Porque nem sempre estão
Lágrimas que são letras de ilusão.
Chora poeta letras de amor
Borá seus escritos
Deixa a lágrimas cair
Chora poeta
Não deixe de sentir
SÓTÃO
Hoje resolvi arrumar o sótão,
Mas o da minha memória,
Comecei por separar recordação
Da saudade e da história.
Na minha memória há felicidade,
Na saudade imensa dor,
No da história, aí sim, saudade,
De um Portugal com outro vigor.
Recordei tempos de criança,
Arrumei a saudade num recanto,
Reli a história da esperança.
Recordei um tempo feliz,
Vi a história virar desencanto,
Tive saudades do meu país.
Na minha memória há felicidade,
Na saudade imensa dor,
No da história, aí sim, saudade,
De um Portugal com outro vigor.
Recordei tempos de criança,
Arrumei a saudade num recanto,
Reli a história da esperança.
Recordei um tempo feliz,
Vi a história virar desencanto,
Tive saudades do meu país.
Francis Raposo Ferreira
FORA!
Não, não mais espero por você
o meu mundo clareou
tenha certeza que já passou
sem preocupação pelo fim
vou cuidar bem de mim.
A sua máscara caiu
o seu tempo venceu
nem lembranças boas
em meu coração ficou
e o final que chegou
no seu ciclo de vida
silenciosamente mostrou
o inicio a que me convida.
Estou revendo o meu caminho
pois já passou da hora
não mais me importa o amanhã
vou viver o agora
e nesse exato momento
estou dando ao meu lamento
um grande e sonoro... fora!
[Neidinha Borges]
vou cuidar bem de mim.
A sua máscara caiu
o seu tempo venceu
nem lembranças boas
em meu coração ficou
e o final que chegou
no seu ciclo de vida
silenciosamente mostrou
o inicio a que me convida.
Estou revendo o meu caminho
pois já passou da hora
não mais me importa o amanhã
vou viver o agora
e nesse exato momento
estou dando ao meu lamento
um grande e sonoro... fora!
[Neidinha Borges]
VOU ABRIR AS PORTAS DO CÉU
Vou abrir as portas do Céu
Vou abrir as portas do céu com as mãos,
para oferecer-te as flores do nosso belo
horizonte.
Vou abrir as portas do céu com as mãos,
para oferecer-te as flores do nosso belo
horizonte.
Vou levar a cor dos teus olhos todas as manhãs
em nossa vida, para construir as minhas razões.
Eu vestia-te apenas com meus beijos,
beijos de seda rosa, uma maneira suave
para falar sem dizer uma palavra, exatamente
um olhar, um carinho, um vestido leve.
Eu deslizei meus lábios em teu
corpo.
O som dos teus sussurros, eu ainda ouço.
Eu pintei a vida com a nossa mão.
Vou abrir as portas do céu com nossas mãos,
e tu me levas acima das nuvens
voando com meu destino,
O brilho da luz eterna do tempo.
Tu me vestiste com teu hálito quente, voar, voar, voar,
as ondas das minhas paixões numa zona calma,
Em teu coração.
Rosangela Colares
em nossa vida, para construir as minhas razões.
Eu vestia-te apenas com meus beijos,
beijos de seda rosa, uma maneira suave
para falar sem dizer uma palavra, exatamente
um olhar, um carinho, um vestido leve.
Eu deslizei meus lábios em teu
corpo.
O som dos teus sussurros, eu ainda ouço.
Eu pintei a vida com a nossa mão.
Vou abrir as portas do céu com nossas mãos,
e tu me levas acima das nuvens
voando com meu destino,
O brilho da luz eterna do tempo.
Tu me vestiste com teu hálito quente, voar, voar, voar,
as ondas das minhas paixões numa zona calma,
Em teu coração.
Rosangela Colares

NÃO SEI! SEI LÁ...
Tanto que não sei!
Outro tanto queria saber,
Caminhos ainda por percorrer,
Gastos de chegar onde nunca cheguei!
Eu sei lá o que estará por vir...
Sei no entanto que vem,
Pressinto o que está mais além,
E não posso nem quero fugir.
Não sei! Sei lá eu?...
Onde acaba o mar,
Onde começa o céu.
Qual o destino do calor,
Que é ardor que é amar.
Não sei! Eu sei lá seja o que for?!
Será pertinente saber?
Qual a finalidade qual a razão,
O melhor mesmo é viver,
Este mundo esta dimensão!
Não sei! Sei lá...
SAXON 09-02-2012 MC.BATISTA
Sei no entanto que vem,
Pressinto o que está mais além,
E não posso nem quero fugir.
Não sei! Sei lá eu?...
Onde acaba o mar,
Onde começa o céu.
Qual o destino do calor,
Que é ardor que é amar.
Não sei! Eu sei lá seja o que for?!
Será pertinente saber?
Qual a finalidade qual a razão,
O melhor mesmo é viver,
Este mundo esta dimensão!
Não sei! Sei lá...
SAXON 09-02-2012 MC.BATISTA
QUANTAS VEZES...
Oh! Quantas as vezes fui vento,
que por mim passava,
em tempos que corria,
livre, solta, era sentimento...
que por mim passava,
em tempos que corria,
livre, solta, era sentimento...
Fui princesa nos meus sonhos,
como fui ninguém!
Quantas vezes sorria,
e outras tantas queria sorrir...
Foram tantas as vezes que nada fiz,
porém com vontade de o fazer,
de ir mais além, ser vento,
tocar, ser sentida mas sem ser vista!
Oh! Quantas as vezes, que nunca irei esquecer...
Saxon 14-10-2012
Mc.Batista
TERCEIRO LUGAR
"POEMA DA SEMANA"
19-10-2012
"POEMA DA SEMANA"
19-10-2012
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