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Desde 17 de Agosto 2012

terça-feira, 19 de novembro de 2013

POEMA TEMÁTICO ---PODIUM--- 16/10 - 19/11


--- POEMA TEMÁTICO ---

Uma imagem, uma sugestão de um tema a explorar...



PODIUM


Vencedor (exéquo)

  •  FIOS DA RESISTÊNCIA HUMANA

    Fios da resistência humana aos desafios
    Que se colocam pela existência de vida,
    Têm de ser feitos de aço interior na lida
    Contínua que na vida enlaça os duros fios.

    E para se evitar crescentes desvarios,
    Da razão que mais peca o intuito da medida
    Exata, revestida infelizmente e tida
    Como lágrimas vãs dos calvários em rios;

    Onde uma solidão apodera-se alada
    Aos confins duma terra aberta e desgraçada,
    Desse mal dos mortais fios de fútil lã...

    Ora a sobrevivência exige mais da dura
    Realidade, no tempo enfadonho que cura,
    Toda a vida tecida em alma e mente sã.


  • Cortei...
    Os fios da hipocrisia
    Voei...
    No rumo da poesia
    Pintei...o mundo com a tinta da magia


  • Oswalgo Genofre



    Segundo Lugar (exéquo)

  • Solange Moreira de Souza

    LIBERDADE


    Quero a liberdade
    De um pássaro em
    Pleno voo.
    Não quero amarras.
    Na verdade o momento
    É o agora.
    Não se vive o depois.
    Quero a magia da
    Mais rica fantasia,
    De viver cada
    Instante e que ele
    Seja marcante.
    Não tenho outra vida.
    Quero o meu coração
    Pulsando fortemente,
    Toda a emoção que me
    For permitida.
    Esta é a minha
    Maior poesia.

  • Francisco Costa

    Preso nos liames que me impuseram,

    Acreditei nas verdades escolares,
    Nos discursos religiosos, perorações
    Gastas movimentando-me alheio
    E tonto, inconsciente, rindo por nada.

    Cordões outros me atavam e prendiam
    No bom comportamento geral e único:
    O da sexualidade reprimida, mal contida
    E preconceituosa, criticando no alheio
    O que em mim faltava; o do consumo
    Irracional anunciado na televisão, no rádio,
    Nas vitrines e corredores de shoppings;
    O do partido político modelando vontades.

    Um dia, cansado do monótono e sempre,
    Do cotidiano e permanente, movimentos
    Orientados pelos donos de mim adormecido,
    Acordei e rompi cordas, correntes, barbantes,
    Matando o boneco que morava em mim.

    Sem perceber, me amanheci poeta.



  • Ira Rodrigues

    Meu menino de corda

    Em cordões se pendura
    Fica mudo abismado
    Que fez ele de pecado...
    Para ser assim condenado
    Sem saída sem liberdade
    Restando-lhe apenas
    No silencio trancado...

Terceiro Lugar (exéquo)

  • Cæsar Ribéry

    LIVRE


    Me liberto das amarras desta vida,
    Embrenhando-me no mundo maravilhoso da poesia,
    Lá ganho asas, poderes, sou tudo e todos,
    Posso ser rei, príncipe no meu cavalo alado.

    Simplesmente livre voando na poesia,
    Com amor, meu bem maior, meu companheiro,
    Distante de todo ódio, aqui só paz e esperança,
    Saudade não mais me afronta,
    Livrei-me daquele mundo de fantoches,
    Vivo agora minhas fantasias, sonhos e desejos.

    Livre, livre como um pássaro à voar,
    Sou poeta, sou vida, sou pano de fundo,
    No teatro da vida e da morte,
    Rebenta em meu peito o sentimento de liberdade,
    Do agora em diante eternizado estarei no universo da poesia.

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    • Denise Alves de Paula

      MARIONETES


      São como verdadeiros marionetes,
      Os que se deixam ser manipulados,
      Pelo consumismo, a opinião alheia,
      Sempre escravos do que os rodeia.

      Uns são dominados mais facilmente
      Pois seguem a maioria geralmente;
      Parece até não terem capacidade,
      Inteligência, para agirem diferente.

      Essas pessoas um pouco alienadas,
      Se esquecem que é um direito seu,
      Pensar, agir de forma diferenciada,
      Sem se deixarem ser influenciadas.

      Cada um sabe o que é melhor para si,
      Pois são diferentes as personalidades.
      Mostrar que tem a sua própria opinião,
      É uma forma de fugir da manipulação.




      • Yasuday Jack


        "Nunca se sabe o que poderá acontecer no seu dia que acaba de nascer, somos feito marionetes nas mãos de sei lá quem, viva com alegria no coração, amanhã alguns ou mesmo você, poderá não estar por aqui para respirar ou tentar consertar."







        Estes trabalhos foram seleccionados através da contagem dos Gostos/Curtes colocados nos mesmos durante o evento.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quem é João Bosco da Cruz (Bosco da Cruz)?


  • Meu nome é João Bosco da Cruz, tenho 48 anos, sou poeta. (meu nome artístico é Bosco da Cruz). Nasci em 01 de julho de 1965. Tenho uma linda filha com doze anos. Comecei a postar os meus textos há mais ou menos cinco anos atrás No site "Recanto das letras. Hoje continuo no recanto e em vários grupos no facebook,
    Tenho apenas o ensino médio completo. O meu sonho é fazer uma faculdade de letras ou pedagogia Ou talvez até as duas. Esse ano tive a felicidade ter um poema classificado entre os cem melhores do Brasil,no concurso 140 TOC da fliporto.
    Escrevo poesia desde criança, mas tinha muita vergonha de mostrar, então rasgava as minhas obras. Uma vez, ainda no primeiro ano da escola a professora pediu uma redação, eu fiz em versos levei uma bronca.
    Tenho uma facilidade muito grande com as rimas. Sempre foi uma coisa muito natural e espontânea.

    A poesia para mim é uma grande viagem a um mundo fascinante, repleto de magia, encanto, Principalmente a poesia infantil, que amo! A poesia para mim é mais do que uma válvula de escape, ela é minha salvação. Acho que se não escrevesse, já teria enlouquecido. Ela é mais do que importante, ela é vital. É como o sangue que corre em minhas veias.



    Fada madrinha

    A fada...
    madrinha
    Perdeu......
    A varinha
    Ficou...
    Tão tristinha
    Sem saber
    o que fazer.
    Pegou umas canetinhas
    e começou escrever,
    Muito bom!...descobriu um dom
    Que desconhecia:
    Encantar e levar magia,
    Por meio de lindas poesias .

    Bosco da Cruz  

Com olhos da alma de Solange Moreira de Souza a partir de 15.11.2013






O livro COM OLHOS DA ALMA da poetisa Solange Moreira de Souza à venda a partir de 15.11.2013.
Pedidos diretamente à autora.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Desafio Poetico DESIGUALDADE SOCIAL Grupo POESIA PARA CRIANÇAS Voar Na Poesia




Desafio: Desigualdade Social!

REFLETINDO Pensem nas crianças que nas ruas vivem a mendigar... Pensem nas famílias que um teto não têm pra morar... Pensem nos lares onde todo os dias falta o pão... Mas que mesmo assim, sonham com um mundo mais irmão... Um mundo justo e belo sem tanta corrupção... Com seres humanizados onde todos as mãos se dão! Profª Fatuca Silva.


SOFRIMENTOS E DOR
O que poderei fazer Para mudar este MUNDO O que será preciso se fazer Entender, para se acabar com Tanta dor...
Vemos nos noticiários A falar da fome, o desemprego O ensino e a saúde Que se encontra precária a Cada dia...
Onde iremos parar Se os nossos governantes Com tudo isso não querem Mudar...
Que exemplo temos Se a cada momento Onde estivermos sem Contarmos somos Assaltados
Onde está a nossa Segurança?
Mais tudo se deixa passar O tempo assim se encarrega De um novo dia nos dar
É triste de assim viver Ainda pensam em termos Nestes emaranhados de Perturbação... Uma COPA DO MUNDO Sem razão...
Como a tudo isso suportar? Se para nós o que tanto Vivemos e precisamos estão Perdidos ao chão
Como iremos de proteger A todos que aqui estarão Se não tem nenhuma proteção
Lamento assim a tudo divulgar Se não fizermos isso quem o Fará? Mais tudo que sabemos com Certeza não vai nos faltar Pois acreditamos naquele Que a tudo irá de salvar
Deus....
Vânia Feijó - 24\10\13

Desentende dor
Já ouvi falar em Paris já ouvi falarem em Pará Mas eu apenas conheço este misero lugar
Gosto de ouvir palavras que não leio Gosto de fingir que conheço o estrangeiro
Vivo neste mundo ao léu minha fonte de renda é apenas meu chapéu
Sem leitura Sem viagens Sem nem uma hospedagem
Tão grande é este mundo! Sei, por que vejo em figuras nos cobertores que na noite eu me cubro.
Enide Santos 25/10/13 Desigualdades sociais Existem desde tempos imemoriais, Desde o raiar da sociedade, E persistirão durante a eternidade.
São injustas e antinaturais, Tantas e tantas vezes fatais Para quem as sofre na pele, E não há quem as repele!
O homem na sua voracidade Esquece-se que há moralidade E justiça que devem guiar a sua ação Também em prol de seu irmão. Leonel Anjos Neves
DESIGUALDADE SOCIAL
Essa doença se chama Falta de consciência Caráter sem razão De crianças vivendo sem compaixão... Faça uma listagem e se assuste Prostituição infantil Exploração de menores Drogas dominando tudo Crianças perdidas no mundo... A falta de amor de proteção Abandonadas nas ruas Filhos indesejados Essa é a nossa nação... Criança não é lixo não! Cuidem com proteção Ela precisa de lar Precisa de educação... Criança é gente Ela passa fome passa frio Ela quer apenas um pão Não finge ser cego não! Que país é esse meu Deus Os políticos paralíticos Só sabem levar vantagens E as crianças? Essas vivem em desvantagens... De Irá Rodrigues...
DIREITOS SÃO PRA TODOS
Vivemos em uma sociedade, Onde há tanta modernidade E existe tanta desigualdade. Falta consciência, vontade!...
Crianças de toda natureza, Tem a sua infância roubada, Vivem em profunda pobreza, Condição sempre ignorada.
Quem tem dinheiro sobrando, Nada faz e finge até não ver; Fica sempre se esquivando, Preferindo deixar acontecer.
O nosso país é bastante rico, Mas aqui há tanta corrupção, Que nem todos tem o direito, À comida, saúde e educação.
E nos dizemos todos irmãos... Mas não faz nenhum sentido. Se não dermos nossas mãos, Pra acabar com essa situação.
Denise Aves de Paula 26.10.2013

OLHOS SOFRIDOS
Olhes para mim... Digas o que vês? Sou mesmo assim... É... Podes crês!
Sou criança pobre... Implorando por alimento, Mas poderia ser nobre Basta-me acolhimento.
Estou a sofrer... Tenho fome! Mas nada sou... Um ninguém... Sem mesmo ter um nome, Apenas outro qualquer sem um vintém!
E você? Que já fez por gente como eu? Nada!!! Mas, querias... Porém a vontade se perdeu... Pois não és tu quem sofreu!
E nesta desigualdade sem fim Estamos nós, os abandonados... Sempre olhares tristes, enfim... Desejando apenas serem encontrados!
Eu te vejo, mas e você? Passa sem nem olhar! Resta-me viver a mercê Do sofrer e do penar!
27/10/2013 Gislaine Lima


DO OUTRO LADO DA VIDRAÇA
No refeito, lotado de gente, Por traz da vidraça, inutilmente, Um moleque namora um prato.
Parece um bicho, parece um rato, Em busca de detritos.
E pra quem come e mata sua fome E fácil dizer não, é fácil, Difícil é lhe dar um prato.
Fabio Murilo

Quem me dera Eu tivesse O mundo todo pra mim Plantaria muitas flores O mundo seria um jardim
Todas crianças teriam O direito de estudar Seria proibido Ser triste e trabalhar
Muitas casas coloridas Teriam onde morar Árvores bem verdinhas Sobra para brincar

Rosinei Catarina

Se em vez da malga levassem um livro na mão, Se nos seus meigos olhos não se vislumbrasse dor, Todos os meninos regressariam com o diploma de doutor, O mundo seria melhor e esta imagem não existiria pra partir o coração.

Leonel Anjos Neves
S.O.S CRIANÇAS
Existe um mundo, E sabemos... Além da nossa sombra, A sós... Ele é preto e branco. Escondido dentro de nós. Escondido embaixo Do travesseiro. E são pessoas... Pessoas sem endereço. De sonhos mutilados. Nascem embrulhados Em arames farpados. E são crianças... Crianças gemendo de fome Em seu leito. Ah! se eu pudesse dar-lhes O meu peito. Mas nossa sombra não permite. E Não existe ninguém Que possa dar um jeito. Nossa sombra... Só enxerga O que acha ser perfeito.
Leny Mell

TUTO PELO MELHOR
Em cada pensamento Existe uma realização Em cada figura uma Estrutura
Em cada vida uma peça Nesta a ser mostrada que A tudo se pode,se deve Construir,se realizar,se Conquistar....
Formam-se filas apenas Para se conversar,para Saber como cada um está Pois o tempo é corrido e Cada um em seu rumo tomar
Não se tem medo do futuro Acreditar... Porque sei que com Deus eu Posso contar
Na proeza das palavras A vitória na vida Irei de alcançar
Vânia Feijó - 27\10\13



OPÇÕES
No mesmo prato estendido Colho e recolho.
Talvez o feijão e um trivial arroz Se misturem ao meu pranto Tempero de dor com sabor de satisfação...
Talvez, ouro verso Sabor de fome e dor Se misturem ao prato vazio, ao revés
No mesmo prato estendido, Posso oferecer sorrisos e lágrimas No mesmo prato estendido Quem pode me oferecer Talvez a vida, talvez a morte?
Carmem Teresa Elias

DIA DO PROFESSOR 15.10.2013 Grupo POESIA PARA CRIANÇAS Voar Na Poesia

A IMPORTÂNCIA DOS PROFESSORES
Recordando a minha infância e adolescência, Me lembrei dos velhos tempos de estudante, Meus professores, sua dedicação e paciência. Tiveram em minha vida papel muito relevante!...
Me ensinaram quão importante é a sapiência... Escrever os meus sonhos em folhas de papel, Procurar realizá-los tendo muita persistência. O professor é abnegado, ao seu trabalho fiel!...
Só temos a agradecer aos nossos professores; Sem eles nem escreveríamos os nossos nomes. Estão desvalorizados esses grandes benfeitores!...
Ainda hoje são tratados com violência, preconceito... Me prepararam para a vida... Sou-lhes agradecida. Que recebam salários mais justos e mais respeito!...
Denise Alves de Paula 13.10.13


O MESTRE

É ele o ser que em nós Desperta a magia do saber Contribui com nosso futuro Nos faz grande, nos faz crescer! Está sempre semeando Nos educa, nos dá proteção Cultiva raízes, planta ideias Vive a polir nossos corações! Porta aberta do saber Ombro amigo a toda hora Mostrando sempre o caminho De como alcançarmos vitória! Trabalha a amizade Também ensina a amar Faz refletir sobre os erros E de como os erros consertar! Nos ensina muitas coisas Para o caminho do bem Quem na vida não teve um mestre Histórias pra contar não tem! Na sua matemática da vida Nos mostra que dividir é a solução Só assim teremos um dia Um mundo belo, mais irmão! Profª Fatuca Silva.


Habilidades e Competências (Homenagem às professoras alfabetizadoras)
Na matriz de habilidades está definido que o ensino, para a arte da sua escrita, mostrará, do mundo incompreendido, a transformação em belo, da feia brita.
Para o professor, será a sua felicidade, ver, dos seus alunos, uma obra feita. Nada que possa ficar para a eternidade, apenas, de um texto, sua forma perfeita!
Incrível será esse mundo imaginário... Pondo nas mãos da criança o abecedário, colhendo para toda vida a sua essência.
Quão imenso poderá ser esse talento, se os nossos alunos, nesse momento, adquirirem da escrita, sua competência.
Oswaldo Genofre

Mudança de ortografia (Homenagem aos experientes professores)
Esta não foi sua primeira vez; na certa, também não será última. Se a intenção era dar um norte, não saberia se tiveram a sorte...
De todas as novas mudanças, não me importei com o trema. Em seu lugar, nada colocado, e, por nada, mudou-se o tema...
Com intento de ficarmos unidos, pelo mundo inteiro, reconhecidos, acredito que faltou a prudência, ou até mesmo, mais de paciência...
Porém, para mim, nada mudou. Se perguntarem como escrever “por do sol”, na nova ortografia, responderei: __ escrevo, oras... com poesia!...
Oswaldo Genofre

domingo, 20 de outubro de 2013

Encruzilhadas - Labirintos sem saída - SU AQUINO (Baixe grátis aqui o livro)






Sinopse:

Todos os seres são mais que a aparência mostra. Atrever-me-ia dizer que somos o que o momento da vida nos exige. Todos os seres têm histórias. Aqueles que não as têm passaram pela vida e não viveram. Jamais entenderão os que amaram e que amam sem exigir nada em troca, sem manipular ou manobrar acontecimentos; simplesmente sentem-se privilegiados por amar, sem exigir do universo um retorno, sem revolta com os acontecimentos. Contentam-se em saber que o ser amado está vivendo em algum lugar, que está cumprindo seu destino. Seguem com um segredo dentro de si e que uma encruzilhada jogou no labirinto sem fim...








PARA BAIXAR GRÁTIS  http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/4526755

sábado, 19 de outubro de 2013

BUENA DICHA - Gilberto Wallace Battilana




BUENA DICHA
Gilberto Wallace Battilana

Quisera conhecer o meu destino,
o meu futuro, por inteiro. 
Quisera ser verdadeiro,
não o louco que brinca com as navalhas dos dias.
Meço a vida com a sensibilidade de um calendário
que tem as folhas arrancadas e jogadas ao lixo;
em nenhuma delas os meus sentimentos,
só os meus aniversários, e poemas a escrever.
Ah, como sou prolixo.
Por isso esse cansaço,
como se trouxesse a vida nos braços,
filha a quem a mãe se recusa a embalar.
Sim, eu sei que Freud, que Jung, que a psiquiatria...
mas eu, eu me olho no espelho da Poesia.
Com a limpidez da sua lâmina recorto minha face amarga
e, na profundez das suas águas lavo as minha mágoas
jogando fora a carga, o que pesa, o que curva os ombros;
deste mergulho retorno renovado,
mas, logo, volta a dúvida, a vida, a carga...
Cigana, diz-me a buena dicha, lê a minha mão,
desvenda o meu destino, aplaca o meu coração.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Vem - Carlos Manuel Alves Margarido




Carlos Manuel Alves Margarido
Vem

Semear
O cravo a rosa
Além das feridas abertas ...
Do desconhecido,
Repetidamente
Vem…
Ver a lua
No céu-da-boca
Os aguilhões
Quebram as estrelas
Solta a dor
A raiva, a solidão…
Engolida elevação
Boca ressentida
Do fogo, do Prazer,
Do vinho
Do cravo
Pingado nas pétalas,
Da rosa

QUEM É Oswaldo Genofre?



Nasci em Guaiçara, interior do estado de São Paulo, em 15 de março de 1949.
Tive uma infância permeada de traquinagens, própria das crianças das cidades de interior como não poderia deixar de ser. Aos nove anos, vindo morar no município de Santo André, completei meus estudos do primário, ginásio e colégio, e, aos 17 anos, ingressei na Universidade de São Paulo, lá obtendo os graus de licenciado e bacharel em Biologia e posteriormente o curso de licenciatura em Pedagogia. Como biólogo, fiz curso de pós-graduação aprimorando-me em Fisiologia Animal. Como licenciado, atuei como professor, diretor de escola, supervisor de ensino, delegado de ensino e, finalmente, dirigente regional de ensino quando me aposentei do serviço público estadual. Fui Secretário Adjunto da Educação do município de Ribeirão Pires, onde fixei residência desde os anos 80. Sou casado com Marieta Belo Genofre com quem tenho três filhos, Ariana, Juca e Gilda, um genro, Jorge, uma nora, Daniela e dois netos, Júlia e Ariano. Em 2006 recebi o título de comendador, sendo agraciado com a Comenda 13 de dezembro, pela Câmara Municipal de Guaiçara. Com minha esposa e, por seu carinho e amor, eu encontrei os caminhos da minha vida. Encontrei nela a inspiração para toda uma produção de textos pedagógicos, contos, artigos e poesias, já publicados em três livros de antologia e, em diversos blogs e sites.

Versos & Poesias - Leny Mell

domingo, 13 de outubro de 2013

OS DELÍRIOS DA PAIXÃO - Valter José Guerreiro


Valter José Guerreiro
OS DELÍRIOS DA PAIXÃO

És absolutamente transcendente, única e fabulosa
Ninguém é como tu, jamais alguém o foi ou o será
Nem és deste mundo de tão etérea, de tão formosa...
Seres no meu peito, e no meu leito, e naquela rosa
Que não está ali, nunca lá esteve e nunca estará

Mas que eu invento no Olimpo do teu corpo
Onde há as flores e os mundos que eu quiser
E os mares, os ares e as fronteiras se dissipam
Porque tu mais do que deusa, és a mulher
Em que eu viajo até aos lugares onde ficam
Os crepúsculos e os poentes que eu souber

Imaginar nos silêncios que te levam p`ra tão longe
E me levam p`ra tão perto do melhor que sei amar
Levando-me p`ra tão longe, pr`a tão lá do horizonte
Que nos crepúsculos há luz e nos poentes há mar

De sereias, de duendes, de bacos e querubins
Que vêm em caravelas e trazem sacos de estrelas
P`ra incendiar o teu ventre entre plátanos e jasmins
Em que me queimo e perfumo, me deito e nunca durmo
Porque ao que vou é tão grande e tanto colho de ti
Que no regresso nem sei quem era quando parti

Eu regresso em granito e em nenúfares me deito
De nenúfares sou feito e de granito me couraço
Quando te abraço, no feminino, no masculino...
E te beijo como homem, como menino...
E em ti me sento...
Como complemento, como suplemento...
Porque te invento...
A partir de mim...
Tu não existes,
Eu sou assim…

Valter Guerreiro