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sexta-feira, 1 de março de 2013

POEMA TEMÁTICO ~ Traição ~ Menções Honrosas


Menções Honrosas




Enide Santos
 
Tudo tem motivo
tudo tem sua razão
inclusive traição.
Se é perdoável ou não
isso quem dirá
é somente a razão.
 


Francisco Costa
 
O traidor é um homicida,
Mata deixando vivo.
Um fabricante de zumbis
De mortos vivos chorando,
Por não serem mortos
Inteiros.

Francisco Costa
Rio, 21/02/2013.
 


Antonio Carlos Gomes
 
TRAIÇÃO

Traição
É a punhalada
Da relação
Mal conversada.


Tony-poeta
 


Elian Vieira Silva
 
VERGONHA DE MIM

Traição consentida
Dilacerando, retalhando
O coração partido
Mas pulsante e intenso
Traição sem sentido
Não sua, mas minha
Que aceitando os riscos
Traio meus princípios
E te aceito Traindo
Por não poder abrir mão
Dessa louca...paixão.
 


Geane Masago
 
Traição

T*ranquei a porta do destino
R*evirei os versos e desnudei meus véus
A*cordei gralha e recebi grelhas
I*ndeléveis noites frias
Ç*ães noturnos em uivos malditos
A*mor (des)-amor que tive de matar, para dele não morrer
O*utrora não é agora! Porém ainda, meu peito chora!


Geane Masago
(22-02-2013)
 


Leny Mell
 
 ANUNCIAÇÂO   
 
Vens chegando, já estas em sua estrada.
Vem em rajadas,pausadas.
Ventos fortes, deitando a mata.
Vem assobiando,anunciando sua morte.
Entregue a própria sorte.
Vem em gargalhadas, que ecoam por toda a cidade.
É gente de toda a idade.
Vendo o vento, quebrar uma promessa.
Enquanto tocam os sinos.
E um grande abalo sismo se registra no corpo do pobre moço.
Um forte tremor abrindo o chão sob seus pés.
Anunciando a todos a traição de sua mulher.



Sandra Regina Schoenardie
 não é possível apontar os culpados pela traição. “Quem trai é culpado pelo ato em si, mas as razões que o levaram a chegar neste ponto podem envolver muita coisa. As vezes a esposa não dá atenção necessária para o marido, o namorado deixa de satisfazer a namorada, outros por não se sentirem desejados e assim por diante. “Clima da relação favorece”,,,,
 


Teresinha Oliveira
 
DOIS GUMES.
 
Faça de mim jardim e fortaleza, de granito muralhas
Com rosas amarelas, vermelhas e azuis
A brotarem na rocha viva.
Faça de mim tua pedra, tua flor
Minhas coxas tua cama, do meu corpo teu labor.
Bebe da minha boca a água sedento
De meus olhos arranca a luz
Para iluminar tuas noites insones.
Dos meus seios alimento
Sacia tua fome e a dos filhos teus.
Sangra meus pés em bolhas purulentas
Em cada milha que trilhar.
Mas não armes minha mão nem fortaleça o braço meu
Com adagas afiadas no frio fio da traição
Pois, insidioso inimigo, gota de piedade alguma
Transborda de minha taça.
Não cruzarás meus passos sem bebê-la
De vingança puro fel
Veneno em vinho diluído a desfazer tuas entranhas
Teus membros paralisar.
Cada célula de dor medonha
Murcha em esperas da clemência negada.
Quebra-cabeça de males armado, cada peça maligno dom.
Dias de arrependimento contorcidos
Só restando a ti
O da morte desejar.

Terê Oliva.





Amélia Amado
 
Traição palavra feia
Que nos faz sofrer
O coração sangrando
Muito nos faz doer
 


Teresinha Oliveira
VIDRAÇA.

Recolher os cacos da vidraça quebrada
Que não veda vendaval ou da chuva protege.

Arear tacho que na abrasão do brilho
Quebra unha e resseca mão no toque.

Varrer os resquícios que se dançou e gargalhou festa
Do chão de pedras em diagonal forrado.

Destruída cabana
Tijolos e telha em vão.

 Na traição do amor de outrora e sempre
 A vida fragmentou.

Terê Oliva.



sábado, 2 de fevereiro de 2013

Cruz e flor - Elian Vieira Silva

"POEMA DA SEMANA" 4/2013
01.02
Menção Honrosa

 
 
Elian Vieira Silva



Cruz e flor

É você...que faz nas manhãs inesperadas
Pulsar descompassado e sem rítmo
Meu coração desgovernado
Quando vem, sem aviso me amar

É você...que vira minha cabeça
E me faz sentir vibrar a vida
Na loucura dos desejos
Quando me enlaça e me domina

É você...doce inspiração
Que me faz voar na imaginação
Indo do inferno da tua ausência
Ao céu da tua deliciosa indecência

É você...que me conduz e me seduz
Nos caminhos desse amor
Por vezes cruz, por outras, flor
Quando me abraça ou se afasta

É você...quem me completa e faz de mim
Gente que vive intensamente
Pelo simples fato de viver
Na eterna espera de ter você...

(Nane-01/02/2013)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Aposto do oposto - Elian Vieira Silva







Elian Vieira Silva
 
 

Aposto do oposto
 
 


Eu queria ser boazinha
E te falar de flores
Ter no hálito o frescor
Do orvalho da manhã
E soprar com a suavidade
Da brisa à beira mar
Mas sou lava de vulcão
Que deixa marcas por onde jorra
O vômito que expele
Da nascente interior
Não tenho a luz do sol
Sou a sombra das trevas
Não sou o brilho do raiar do dia
Mas a penumbra do anoitecer
Eu queria ser diferente
Mas aprendi que sou assim
O aposto do oposto
Dia e noite, noite e dia
Sou eu ...sem nada ser

(Nane-20/12/2012)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Caminhando - Elian Vieira Silva







Elian Vieira Silva
 
 
Caminhando

 Não faço questão nenhuma
De nada e nem de tudo
Só vou por onde há uma estrada
Que não me leva a lugar nenhum
Caminho sem sapatos
Sem proteção nenhuma
Meus pés esfolados
sentem a terra arder
E fazem dela, barro vermelho
De sangue fresco
De dores mutilantes
De gotas espirradas no solo
Da sola embrutecida
Não vou por onde o tempo
Me faz caminhar no nada
Sigo na estrada
Que me leva a lugar nenhum
Mas que eu escolhi
Para andar por ela
Sou assim...sem nexo nenhum...
 

 (Nane-20/12/2012)

Espera em vão - Elian Vieira Silva

 
 




Elian Vieira Silva
 
 
Espera em vão
 


Desnorteia-me a sua ausência
Arrebenta-me o seu silêncio
Na cabeça revirada
Passa um samba sem enredo
Desafinado...atravessado
Você não vem nunca
E na realidade, nunca virá
Mas eu teimo em te esperar
Enquanto vejo a banda passar
É só isso o que me faz
Seguir nessa estrada
A esperança imortalizada
De te ver chegar
Mas você não vem nunca
E eu sei que nunca virá
Mesmo sabendo
Que eu estou a te esperar...
 

 (Nane-20/12/2012)

sábado, 15 de dezembro de 2012

Casa comigo? - Elian Vieira Silva






Elian Vieira Silva

Casa comigo?

Casa comigo?
Nada tenho de valor
Além do meu amor.

Casa comigo?
Te ofereço as minhas rugas
Marcas do meu tempo.

Casa comigo?
Te prometo a eternidade
Dentro do meu coração.

Casa comigo?
Te dou toda a poesia
Que em mim houver.

Casa comigo?
Sei que sou o sonho
E você é a razão.

Casa então comigo
E nossas diferenças
Se completarão.

Casa então comigo
Pois na minha loucura
Te fiz razão do meu viver.

(Nane-10/12/2012)

Perdendo-se no vento - Elian Vieira Silva





Elian Vieira Silva

Perdendo-se no vento

Te pedi por tantas vezes
Te falei do meu carinho
Te dei o meu melhor
Te fiz o meu querer...
O vento sopra suave
E nele...se esvaindo
Soprado pela brisa
Um sentimento balança...
Jamais se perca de mim
Nem permita que eu me perca
Quem sabe o vento vire
E retorne ao mesmo ponto...
Vento que venta lá
É o mesmo vento que venta cá
Por enquanto ele está indo
Não sei se voltará...
O vento está levando
Eu estou perdendo
Sentindo a brisa triste
Que sopra em minha face...

(Nane-12/12/2012)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Bobagens







Bobagens

Faço e refaço
Dentro de mim
Por fora não dá
É jogo de dados
A mesa me diz
Olhar cansado
Não vejo nada
Sinto tudo
De dentro pra fora
Silêncio no mundo
Mente que grita
Barulho infernal
Eu vou e volto
Não fico aqui
Me perco alí
Viajo para lá
Não saio desse lugar
Bobagens escritas
Em folhas amassadas
Eu disse
Não falei nada
Escrevi apenas
Deixa como está

(Nane-11/12/2012)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ELIAN VIEIRA SILVA





Elian Vieira Silva


Metaforizando

Metáforas são entrelinhas
Que é preciso saber ler
As vezes é tão visível a comparação
Que escrevo o "a-b-c"...e leio o "t-u-v"

Se até Jesus abusou delas
Não vou me esconder
Gosto de divagar por situações
Que falam...sem dizer

São histórias nas histórias
Que se confundem...se entrosam
Há que se ter olhos de saber ler
Para poder se entender

E se não tem sensibilidade alguma
Prá que forçar a mente
Leia o que está escrito, isso te basta
Não queira ver o que não sente

São metáforas por mim criadas
Da vida, da história, da minha
São coisas por hora já passadas
São histórias...mal acabadas

(Nane-26/04/2010)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

ELIAN VIEIRA SILVA













Elian Vieira Silva

ELIAN VIEIRA SILVA





Elian Vieira Silva
 

Útero de mim

Murmúrios escusos
Relexos abruptos
Silêncio escuro
Total solidão...

Entranhas fechadas
Apertam e sufocam
Viro e reviro
Não rompo nada...

Um calor absurdo
Um frio incontido
Amarras sem cordas
Vício sem drogas...

Sou feto no âmago
Sem nada a fazer
Senão esperar
O fim da gestação...

(Nane-22/11/2012)